Esse amontoado de piranhas pretas (Serrasalmus rhombeus) estava dentro de um cesto de palha num mercado de peixes de Santarém instalado às margens do rio Tapajós. Cada uma chega a pesar 5 quilos e pode atingir até 70 centímetros de comprimento. Mas estas da foto mal chegavam aos dez centímetros de tamanho. Eram tão pequenas quanto os exemplares de pirarucus, surubins e outras espécies que lhes faziam companhia no mercado – sinal de que foram pescadas muito cedo ou que o pescado na região está escasseando. Talvez ambos. A imagem foi por Manoel Francisco Brito com uma Canon 10D e lente Sygma zoom 17mm-35mm.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos
Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ →
O que está em jogo com a crise da moratória da soja
STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas →
Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035
MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade →
