Esse amontoado de piranhas pretas (Serrasalmus rhombeus) estava dentro de um cesto de palha num mercado de peixes de Santarém instalado às margens do rio Tapajós. Cada uma chega a pesar 5 quilos e pode atingir até 70 centímetros de comprimento. Mas estas da foto mal chegavam aos dez centímetros de tamanho. Eram tão pequenas quanto os exemplares de pirarucus, surubins e outras espécies que lhes faziam companhia no mercado – sinal de que foram pescadas muito cedo ou que o pescado na região está escasseando. Talvez ambos. A imagem foi por Manoel Francisco Brito com uma Canon 10D e lente Sygma zoom 17mm-35mm.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
Estudo revela impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista
O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano →
Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir
Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade →
