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Reportagem do The New York Times conta a história de Ray Anderson, empresário do ramo de carpetes da Geórgia, nos EUA. De um dia para o outro, devido a uma palestra que precisava ministrar em 1994, o executivo esverdeou. E, com ele, toda a Interface, sua companhia. Quando se deu conta de que, na sua fala sobre o lado ambiental da empresa, só constava o respeito às leis vigentes, Anderson percebeu que o que ele fazia pela natureza era absolutamente nulo. “Droga, um dia pessoas como eu serão jogadas na cadeia”, pensou. E resolveu mudar. Estabeleceu que até 2020 a empresa seria totalmente sustentável, usando apenas aquilo que o ambiente tivesse capacidade de repor. Hoje, estima que 45% do caminho tenham sido trilhados, com diminuição de poluentes, do uso da água e com a implantação de reciclagem. Tudo isso, com aumento da renda. Segundo Anderson, os esforços da Interface para chegar à sustentabilidade pouparam à empresa nada menos que 336 milhões de dólares desde 1995.

Redação ((o))eco ·
22 de maio de 2007 · 19 anos atrás

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