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Em artigo publicado no Estado de São Paulo, o jornalista Washington Novaes considera o novo Projeto Nacional de Política de Resíduos Sólidos, que ainda terá de passar pelo Congresso, um importante avanço para uma das áreas de maior atraso no Brasil. Pelo texto do documento, o governo deverá priorizar as compras de materiais reciclados e a integração entre cooperativas de catadores em cada programa. O problema, porém, é que deixa margens perigosas. Um exemplo é a que os geradores de lixo de qualquer ordem não tem obrigação de arcar com as suas despesas de coleta e destinação adequadas. Em uma nação onde, de acordo com o senso de 2002 feito pelo IBGE, 146,8 mil toneladas diárias de resíduos vão para lixões a céu aberto sem tratamento, todo cuidado é pouco.

Redação ((o))eco ·
14 de setembro de 2007 · 19 anos atrás

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