Notícias

Silvestres de estimação

Pegando carona na brecha que o Ibama dá para a criação doméstica de certos animais silvestres, muitos brasileiros têm se animado em botar entre quatro paredes bichos que deveriam perambular pela natureza. Cágados, jandaias e até pombos dividem espaço com cama, mesa e banho. Uma reportagem do Correio Braziliense, porém, mostra que cuidar desses animais não é tarefa fácil, já que há pouquíssimos veterinários especializados e os cuidadores muitas vezes não sabem sequer dar a alimentação correta a eles. O resultado são doenças corriqueiras e improviso no tratamento. Especialistas explicam que o mau manejo caseiro é o principal culpado por isso.

Redação ((o))eco ·
29 de julho de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
9 de setembro de 2026

IDS lança Bússola 2026 para pautar debate socioambiental nas eleições

Documento reúne diretrizes e propostas para a agenda socioambiental brasileira no período de 2027 a 2030 e apresenta questionamentos a candidatos aos cargos do Executivo e Legislativo

Análises
8 de setembro de 2026

Ultrapassar 1,5°C não pode ser normalizado

Mesmo que a temperatura global possa ser reduzida no futuro, os danos produzidos durante o período de maior aquecimento não serão automaticamente revertidos

Notícias
8 de setembro de 2026

Registros inéditos revelam área-chave para reprodução de tubarões no litoral do RJ

Pesquisa identifica fêmeas grávidas e mapeia potencial berçário de três espécies de tubarão, duas dela ameaçadas, no complexo estuarino de Ilha Grande-Sepetiba

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.