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O negócio é poluir sem compensar

O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Zancan, alardeia que o Rio Grande do Sul perderá US$ 1,4 bilhão em investimentos se valer mesmo uma instrução normativa publicada pelo Ibama em abril que pede plantio de árvores e investimento em fontes renováveis para tentar compensar a poluição lançada no ar que se respira. Conforme o defensor do combustível poluente e prejudicial à saúde, os custos para a usina de Seival, em Candiota, crescerão em 40% se a regra for cumprida. A planta está nos planos da MPX, leia-se Eike Batista. Zancan chegou a afirmar que a normativa ambiental inviabilizará a extração de carvão mineral no Brasil e pede sua reversão. Saiba mais: Médicos querem mais ação de Minc Câncer e outras doenças ambientais Poluição do ar x saúde

Redação ((o))eco ·
4 de setembro de 2009 · 17 anos atrás

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