![]() |
Agora, cientistas russos, do Museu Siberiano de Mamutes, e japoneses, da universidade de Kinki querem ressuscitá-lo. Esse time conseguiu isolar células de medula muito bem conservadas de um fóssil encontrado na Sibéria. Eles acham que podem produzir uma mamute-lanoso vivinho da silva através da clonagem. A técnica é a padrão: eles inserirão o material genético das células de medula dentro de células de um elefante contemporâneo. O experimento começa em 2012 e pode levar, segundo o grupo, alguns anos para ter sucesso. A barriga de aluguel do embrião clonado será também de um elefante-fêmea. Segundo os cientistas, o ideal seria uma vaca, mas ela é pequena demais para levar a gestação a termo.
![]() |
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
As digitais de Vorcaro, Zettel e do governo Zema na destruição da Serra do Curral em Minas
Acordos ambientais flexíveis favoreceram mineradoras envolvidas em irregularidades; PF aponta “corrupção sistêmica” →
Nìède, a Serra da Capivara e eu
Se o Brasil despreza e faz atrocidades com a Amazônia, a menina dos olhos internacionais, imagine com a Caatinga, um “punhado de árvores secas numa terra que Deus esqueceu” →
Entidades científicas cobram governo por atraso em plano de transição energética
Carta da SBPC e ABC afirmam que prazo dado por Luiz Inácio Lula da Silva não foi cumprido e alerta para riscos climáticos e econômicos →


