Notícias

31 de julho, Dia Mundial do Guarda-parque

Data homenageia a dedicação e o trabalho inestimável de pessoas que cuidam, na linha de frente, das unidades de conservação. Parabéns!

Redação ((o))eco ·
31 de julho de 2014 · 12 anos atrás
Guarda-parques no Parque Estadual da Pedra branca, no Rio de Janeiro. Foto: Inea.

Hoje é dia de homenagear um dos principais trabalhadores das unidades de conservação do mundo: os guardas-parques. São eles os profissionais que protegem, fiscalizam e, até, combatem incêndios nas matas. No Brasil, a figura de guarda-parque só existe nas unidades de conservação estaduais.

Em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e outros estados, são os guardas-parques os verdadeiros defensores da biodiversidade dentro das unidades: aqueles que combatem a caça ilegal, a degradação ambiental e o fogo. Ser guarda-parque é uma profissão perigosa, aqui e em qualquer lugar do mundo, e esta data serve justamente para lembrar e celebrar os profissionais mortos ou feridos no cumprimento do dever.

Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



O Dia Mundial de Guarda-parques (World Ranger Day, em inglês) foi instituído pela Federação Internacional de Guardas-parques e é comemorado desde 2007. O evento é promovido por 54 associações membros ao redor do mundo.

 

Leia Também
Guardas-parques para UCs no Rio
Homem armado ameaça guarda-parques do INEA, em Cabo Frio
Uma idéia para guardar os Parques do Rio de Janeiro

 

 

 

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
4 de setembro de 2026

A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade

O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança

Reportagens
4 de setembro de 2026

Estudo revela  impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista

O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano

Colunas
4 de setembro de 2026

Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir

Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.