![Uma veste-amarela ([i]Xanthopsar flavus[/i]) fêmea fotografada no Uruguai. Foto:](/wp-content/uploads/oeco-migration/images/stories/jul2014/veste-amarela.jpg)
A veste-amarela (Xanthopsar flavus) é uma ave presente no sul do Brasil, nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Seu habitat são os biomas da Mata Atlântica e do Pampa. Este último se estende aos nossos vizinhos, assim a espécie também ocorre no Paraguai, Uruguai e Argentina. Apesar disso da extensa distribuição, a população está em declínio: a descaracterização de seu habitats, a destruição dos ninhos por atividades agrícolas e o tráfico de animais silvestres são perigos constantes. Hoje a espécie se encontra ameaçada de extinção, classificada tanto pelo ICMBio quanto pela IUCN como uma espécie Vulnerável.
Leia Também
Sabiá-Pimenta: sobrevivência nos olhos é refresco
Tartaruga-verde: estamos de olho em você
Tuco-tuco das dunas: cuidado onde pisa
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Entre o fim de um mundo e a urgência de outro: a batalha pela nossa imaginação
Somos tão bombardeados por distrações que é mais fácil vislumbrar o fim do Planeta do que do uso dos combustíveis fósseis →
Assassinatos dobram e Amazônia concentra violência no campo, aponta relatório da CPT
Violências por terra representam a maioria dos registros de ocorrências no último ano; País teve 1.593 conflitos por terra, água e trabalho no ano passado →
Merenda escolar amazônica garante renda em município mais desmatado do Brasil
Experiência em Altamira (PA) mostra como a alimentação escolar pode integrar segurança alimentar, adaptação climática e desenvolvimento regional na Amazônia →
