A saída foi propôr aos deputados que essas duas regiões abertas sejam desapropriadas e indenizadas, a exemplo do que está planejado para acontecer em outros quatro pontos de desmatamento no coração do Cristalino. O secretário estima que com o acréscimo de mais essas áreas sejam necessários não seis, mas dez milhões de reais para indenizar o que Machado chama de proprietários de boa-fé. Ou seja, que não desmataram depois da criação dos parques.
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