A saída foi propôr aos deputados que essas duas regiões abertas sejam desapropriadas e indenizadas, a exemplo do que está planejado para acontecer em outros quatro pontos de desmatamento no coração do Cristalino. O secretário estima que com o acréscimo de mais essas áreas sejam necessários não seis, mas dez milhões de reais para indenizar o que Machado chama de proprietários de boa-fé. Ou seja, que não desmataram depois da criação dos parques.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Quando o turismo deixa de ser promessa e passa a estruturar o futuro de uma cidade
Avanço da observação de aves, fortalecimento da economia local e aumento da arrecadação via ICMS Ecológico faz Antonina (PR) consolidar parceria com a Grande Reserva Mata Atlântica →
Governo lança mapa de ilhas de calor e libera R$ 19 milhões para arborização urbana
Medidas anunciadas pelo Ministério do Meio Ambiente buscam orientar políticas de adaptação climática nas cidades →
PEC do Marco Temporal reacende reação de organizações indígenas no Congresso
Entidade indígena afirma que retomada da proposta contraria decisão do STF e pode ampliar conflitos fundiários no país →
