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Estreito recebeu a licença prévia do Ibama em fevereiro de 2005. Mas permaneceram duas pendências – nenhuma delas, ao contrário do que imagina o presidente Lula, de cunho ambiental. A primeira dizia respeito a quem pagaria a conta de construção de uma eclusa para a transposição de barcos que navegam no Tocantins. A conta ficou para o contribuinte através do Ministério dos Transportes. A segunda envolvia um estudo pedido pela Funai ao consórcio de Estreito sobre as populações indígenas. Ele só ficou pronto no início de novembro.

Carolina Elia ·
14 de dezembro de 2006 · 20 anos atrás

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