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Falando em mineradora, a Rio Tinto não aceitou passivamente as resistências ao seu pleito para que fôssem revistos os limites da Estação Ecológica do Grão-Pará, criada em dezembro do ano passado. Nas primeiras reuniões que tiveram com o secretário de Meio Ambiente, Valmir Ortega, depois que seu lobby ganhou publicidade, em fevereiro, os representantes da empresa diziam que os limites da Estação, na Calha Norte do rio Amazonas no Pará, precisavam mudar de qualquer maneira, por que lá havia o equivalente a pelo menos meio Carajás em minério.

Redação ((o))eco ·
25 de junho de 2007 · 19 anos atrás

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