Notícias

Surfando no aquecimento

Além da necessária mobilização global, a onda do aquecimento planetário tem outros efeitos colaterais, inclusive no parlamento tupiniquim. O deputado federal Carlos Mannato (PDT/ES), por exemplo, apresentou na Câmara o Projeto de Lei 2.900/2008 obrigando o "plantio de árvores para os casais que quiserem casar ou divorciar, para os compradores de veículos zero-quilômetro e para as construtoras de imóveis residenciais e/ou comerciais". Na justificativa, Mannato escreve que "o divórcio tem um peso bastante significativo sobre o meio ambiente. A lógica é simples: quando as pessoas se separam, as famílias se dividem. Isso resulta em aumento no número de residências, o que, por sua vez, leva a uma ocupação maior do espaço e também a um consumo maior de energia e de água".

Redação ((o))eco ·
16 de abril de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
15 de abril de 2026

Brasil já criou mais de 200 unidades de conservação durante governo Lula

Análise de ((o))eco compila dados de áreas protegidas federais, estaduais, municipais e RPPNs criadas desde 2023 até início de abril de 2026

Salada Verde
14 de abril de 2026

TCU destrava análise da Ferrogrão após recurso do governo, mas decisão final segue em aberto

Concessão volta a tramitar no Tribunal de Contas da União após suspensão de decisão que travava o processo

Colunas
14 de abril de 2026

Como se parece uma ativista? 

Porque existe uma expectativa silenciosa de que ativistas carreguem sempre o peso do mundo nos ombros. Como se a legitimidade da luta estivesse na dor permanente

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.