Reportagens
20 de dezembro de 2007

A fatura do aquecimento

A mudança do clima pode representar uma perda sem precedentes da biodiversidade. Projeto no Triângulo dos Corais, no Pacífico, mostra como adaptar as espécies ao perigo.

Por Gustavo Faleiros
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

Cara feia

A Ministra Marina Silva fecha o ano amuada com os ambientalistas brasileiros. Da sua mágoa não escapa nem quem milita na corrente sócio-ambientalista, mais próxima dela. A ministra reclama que ninguém reconhece o trabalho do governo no combate ao desmatamento da Amazônia.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

Aplauso

Marina está se comportando como o ditador português Alberto Salazar, que na década de 60 reclamou da dona de um jornal brasileiro sobre a cobertura que ele fazia de seu governo. Ouviu de volta que as críticas feitas pelo veículo tinham a intenção de ser construtivas. Salazar rebateu que preferia ler elogios. Marina também.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

Que trabalho?

O problema é que é difícil reconhecer o trabalho. O desmatamento na Amazônia continua oscilando ao sabor da conjuntura econômica. E o mesmo governo federal que o combate, abre o cofre com operações de crédito, fomentos e investimentos em infra-estrutura que contribuem para a devastação da floresta. O Incra tem 400 milhões para fazer assentamentos. O Banco da Amazônia oferece 1, 4 bilhões de reais em créditos. A maior parte vai para projetos agropecuários.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Reportagens
20 de dezembro de 2007

Correções necessárias

Governo prepara mudanças na legislação quilombola para torná-la mais clara. Cria mecanismos para evitar conflitos institucionais e aumenta exigências para demarcação de áreas.

Por Andreia Fanzeres
20 de dezembro de 2007
Análises
20 de dezembro de 2007

Salada Verde – Projeto floresta zero

Leandrius Muniz Acreano, Acadêmico de Direito, Blogueiro e Pecuarista Acabo de ler com muita tristeza essa nota de vocês sobre a reforma do código florestal. Estive vendo que o site Eco tem sua base na cidade do Rio de Janeiro. Esse estado de vocês é muito rico e importante para o país. Me entristeci muito

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

Cara de pau

A Usina Itaiquara de Açúcar e Álcool, localizada em Passos (MG), é ré de uma ação movida pelo Ministério Público Federal por causar danos ambientais e ocupar irregularmente áreas de preservação permanente. A usina plantou cana até as margens do reservatório de uma das represas de Furnas, provocando erosões, assoreamentos e redução de infiltrações para o lençol freático. E não aceitou recuperar as áreas desmatadas, alegando que tinha uma área plantada de 23 mil hectares no entorno do lago da Usina Hidrelétrica de Mascarenhas de Moraes. A empresa não tem qualquer licença ambiental que autorize seus cultivos.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

PDS, cadê?

Tome-se Mato Grosso como exemplo. Segundo servidores do Incra, nenhum assentamento criado no estado tem licença ambiental. E mesmo fazendo parte da Amazônia Legal, o Incra continua criando os velhos projetos de assentamentos rurais, embora diga que na região amazônica eles serão do tipo Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS). Essa categoria simplesmente ainda não existe em Mato Grosso e continua ser uma raridade na Amazônia.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

Ordem para regularizar

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Incra regularize os projetos de assentamentos na Amazônia que ainda estão sem licenciamento ambiental. A maioria, diga-se. O Incra está obrigado a publicar, em 180 dias, informações sobre o programa de regularização em seu site oficial, que, deve, entre outras ações, garantir a sustentabilidade das reservas legais.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007
Notícias
20 de dezembro de 2007

Números

De acordo com uma tabela do Incra que lista todos os assentamentos criados entre 1º de janeiro de 1900 e cinco de outubro de 2007, foram criados em Mato Grosso 553 projetos que ocupam uma área de quase seis milhões de hectares para beneficiar 77 mil famílias. No país, existem 7.784 projetos em 73 milhões de hectares.

Por Redação ((o))eco
20 de dezembro de 2007

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