O município amazônico que em 2007 declarou estado de emergência por causa da seca, este ano pede ajuda ao governo federal porque não aguenta mais as chuvas. Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso, há tempos vive sem a imensidão de florestas. O processo de colonização arrasou solos, contaminou rios, derrubou as árvores e deixou a população à mercê de cada vez mais intensas e extremas intempéries, a exemplo de dezenas de outras cidades na região. A administração muncipal quer auxílio para tornar as estradas trafegáveis, reestabelecer comunicação e recuperar parte da cidade, que ficou inundada.
Leia mais:
Aqui se faz, aqui se paga
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Câmara proíbe embargo remoto de área desmatada sem vistoria prévia
Projeto restringe medidas cautelares usadas por Ibama e ICMBio e proíbe a queima de maquinários flagrados pela fiscalização ambiental →
Da nascente ao deságue no Tietê, uma jornada pelo córrego Tiquatira
O plantio de árvores nas margens do rio é apenas uma etapa no longo e complexo processo para tentar recuperar um curso d’água em plena metrópole paulistana →
O legado do CBUC e um recomeço programado para junho
Por duas décadas, o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação foi o palco para encontros que ajudaram a ditar os rumos da conservação no Brasil. Agora, é a vez da UCBIO →
