Um estudo feito com gado australiano mostou que a carne produzida a partir de animais confinados é responsável pela emissão de menos gases de efeito estufa se comparada à similar proveniente do gado solto no pasto. A constatação foi divulgada no jornal Environmental Science and Technology como uma novidade, já que se costuma acreditar que o confinamento demanda mais custos e energia. A análise apontou que são necessários 9.9 quilos de carbono equivalente (CO2e) para produzir um quilo de carne do animal confinado (alimentado com ração), enquanto o gado de pastagem requer 12 quilos de CO2e para fornecer a mesma quantidade. O estudo levou em consideração os custos de alimentação e transporte na cadeia produtiva. Segundo um dos autores, outra importante razão para a melhor performance quanto às emissões é que o gado que se alimenta de ração faz uma digestão mais eficiente e isso está associado a menos emissões de metano.
Leia também
Borboletas e formigas: um ensaio sobre jardins e ciclos
A vida em comunidade envolve relações de cuidado, mas também conflitos, riscos e ambiguidades. A cooperação é fundamental, mas não significa harmonia perfeita. E, essa lógica não é exclusiva para o mundo dos insetos →
A esperada queda da SELIC e o maior ativo do século XXI
Nos territórios, onde as veias seguem abertas e pulsam o sangue e a alma das cidades e de seus habitantes, milhares de pessoas sofrem os efeitos das decisões sobre investimentos →
Funbio lança chamada para expansão de unidades de conservação municipais
Entidade convida instituições a apresentarem projetos para Unidades de Conservação (UCs) nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal; inscrições vão até 30 de março →


