Para um mundo mais quente, sua saúde precisa se adaptar. Este é o lema do livro “The Health Practitioner´s Guide to Climate Change”. Além de reunir conhecimento sobre o tema, a proposta foi fazer um manual de como profissionais de saúde devem se preparar para o atendimento a seus pacientes diante das mudanças climáticas, uma vez que nossa dependência por água pura, comida e abrigo ficará em risco. Entre os problemas à saúde, a publicação menciona o aumento de ondas de calor, que impactam particularmente a população européia, padrões de precipitação mais variáveis colocando em risco o suprimento de água. Itens básicos de alimentação também ficarão mais escassos, o que afeta mais países pobres, grandes migrações populacionais por causa de inundações nas zonas costeiras devem ocorrer, assim como a alteração da distribuição de áreas de incidência de doenças por causa de mudanças na temperatura do planeta. É bom se preparar desde já.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Brasil já criou mais de 200 unidades de conservação durante governo Lula
Análise de ((o))eco compila dados de áreas protegidas federais, estaduais, municipais e RPPNs criadas desde 2023 até início de abril de 2026 →
TCU destrava análise da Ferrogrão após recurso do governo, mas decisão final segue em aberto
Concessão volta a tramitar no Tribunal de Contas da União após suspensão de decisão que travava o processo →
Como se parece uma ativista?
Porque existe uma expectativa silenciosa de que ativistas carreguem sempre o peso do mundo nos ombros. Como se a legitimidade da luta estivesse na dor permanente →

