A caça esportiva de espécies como elefantes e leões é uma prática legal e monitorada de forma científica em países como a África do Sul, Botswana e Tanzânia, onde permite a conservação de vastas áreas que, de outra forma, seriam convertidas para a agricultura e pecuária. Uganda, depois de sofrer uma queda de mais de 90% nas suas populações animais nas décadas de 1970 e de 1980, durante e depois do governo de Idi Amin Dada, agora pretende se juntar ao clube. Em um dos países com maior crescimento demográfico na África, os bichos devem pagar para continuar existindo.
Saiba mais:
Para salvar, vale caçar?
Tiro pela culatra
Franco atirador
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Pesquisa revela bactéria de mamíferos em piolho de ave marinha
Achado inédito em ave migratória sugere novas rotas de circulação de patógenos entre oceanos e amplia lacunas sobre a ecologia de bactérias associadas a mamíferos →
Inscrições abertas para mestrado em Desenvolvimento Sustentável na UFRRJ
As inscrições para o Mestrado Profissional estão abertas e vão até o dia 24 de abril. Serão disponibilizadas 20 vagas e as aulas serão presenciais no Rio →
Qualidade da água na Mata Atlântica estagna e pontos com nível “bom” despencam
Relatório da SOS Mata Atlântica mostra piora discreta, mas persistente, nas águas do bioma. Também averiguou que nenhum rio apresentou qualidade ótima em 2025 →
