Pesquisadores envolvidos no levantamento dos hábitos e quantidades de grandes e médios mamíferos na reserva particular engenheiro Eliezer Batista, às margens do rio Paraguai, no pantanal matogrossense, vêm obtendo belos registros com “armadilhas fotográficas”. As principais espécies capturadas pelas lentes são onças pintada e parda, jaguatirica, anta e cateto. Os aparelhos foram dispostos em quatro bases no interior da área protegida, que tem 13 mil hectares aos pés da Serra do Amolar. A empreitada é apoiada pelo Instituto Homem Pantaneiro e pelas empresas do polêmico ricaço Eike Batista, filho do ex-ministro de Minas e Energia Eliezer Batista, cujo nome batizou a reserva particular. O estudo começou em 2006 e encerra este ano.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Depois de 100 anos, ciência identifica nova espécie de felino na Bolívia
Animal batizado de “tilcayo” se assemelha a um gato-do-mato, mas prossegue rodeado de mistérios. É o primeiro felino descoberto desde o gato-do-pampa, em 1923 →
Quem faz a coexistência entre pessoas e fauna silvestre acontecer?
Por que precisamos reconhecer, formar e apoiar gestores e gestoras de coexistência e entender seu papel na conservação de espécies em conflito com moradores →
Ariranhas em risco: como conciliar conservação e turismo de observação?
O Pantanal se consolida como destino mundial de observação de fauna, mas o crescimento do turismo ainda ocorre sem diretrizes e políticas claras →

