Foram criadas esta semana as quatro primeiras varas de justiça ambiental e agrária na região norte, em Manaus (AM), Belém (PA), Porto Velho (RO) e São Luís (MA). A decisão foi aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e vem suprir a carência de uma porção do país onde ocorrem graves agressões ao meio ambiente. A idéia central é dar maior agilidade ao julgamento desses processos. Em nota da Justiça federal, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, ministro Cesar Asfor Rocha, comentou que “as novas varas contribuirão para dar mais agilidade ao julgamento dos processos ambientais, muitos dos quais tramitam em varas de temas diversificados” e que “as questões ambientais requerem, com frequência, extrema rapidez para que os danos não se tornem irreversíveis”. As varas devem ser instaladas este ano.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Lobby da mineração avança sobre terras indígenas, aponta relatório da APIB
Documento identifica mais de 1.300 requerimentos na Amazônia e denuncia articulação política e jurídica para flexibilizar direitos territoriais →
Que Macaco é Esse? Aplicativo ajuda a identificar primatas de SP
A ferramenta traz fotos, sons e informações sobre as 12 espécies de primatas que podem ser encontradas nas unidades de conservação do estado de São Paulo →
UCBio recebe ativista Paul Watson para debates sobre preservação ambiental
O evento reúne referências globais para discutir a preservação da biodiversidade no mundo. As inscrições estão abertas para o encontro em Curitiba (PR) →

