Nesta segunda-feira, ((o))eco recebeu através da assessoria de comunicação do consórcio Energia Sustentável do Brasil uma nota de esclarecimento sobre as denúncias feitas pelo Ministério Público com relação ao cumprimento de condicionantes socioambientais na construção da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO) .
Segundo a concessionária, os problemas relacionados a realocação e indenização dos moradores do distrito de Mutum Paraná, em Porto Velho, já estão sendo tratados. Entre outros problemas, o MPF apontou a falta de serviços básicos nos novos assentamentos, como saneamento e coleta de lixo.
Leia também:
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Câmara avança com PL que reduz proteção de campos nativos no país
Texto segue ao Senado sob críticas do MMA, Ibama, ICMBio e organizações ambientais, que veem risco à Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Pampa →
“É um retrocesso inimaginável” afirma Capobianco a ofensiva no Congresso contra fiscalização ambiental
MMA, Ibama e ICMBio alertaram para riscos de propostas que restringem embargo remoto, reduzem proteção a espécies e ameaçam unidade de conservação na Amazônia →
Um córrego que desafia o concreto de São Paulo
Como a insistência de um homem em plantar mais de 40 mil árvores transformou o córrego Tiquatira no maior parque linear de São Paulo. →

