
De acordo com o dr. Carlos Rocker, advogado do PBF/Brasil, o agravo julgado contém as mesmas fundamentações daquele assinado no meio do ano e que previa o pagamento das parcelas retroativas a partir de agosto. Helder Canadas, Diretor Administrativo do Baleia Franca, também demonstra que a decisão prova a legalidade da parceria.
“A decisão proferida no Agravo da Petrobras consolida a posição da Turma que julgou. Ou seja, corrobora que o contrato e as prestações de contas efetuadas pelo PBF e a Petrobrás são plenamente válidos e estão em consonância com as leis, ou seja, são legítimos. Os Desembargadores deixam claro, ainda, que não existem indícios de atos que possam demonstrar atos ilícitos. A decisão proferida de modo imparcial demonstra a importância das pesquisas efetuadas pela ONG e a seriedade com que o PBF é conduzido”, diz.. (Felipe Lobo)
Saiba mais
Projeto Baleia Franca sem recursos
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Pernambuco foca em carbono e ignora a urgência das áreas de risco
Enquanto o governo foca no mercado de carbono, o estado acumula 291 mortes e 545 mil desabrigados por desastres desde 1991, com prejuízos que superam os R$ 34 bilhões →
Estudante desenvolveu tecnologia para enfrentar a escassez de água no Sertão
Com menor custo, montagem simples e movido a energia solar, o sistema poderia ser aproveitado em mais regiões →
Investigação de atentado na Serra da Chapadinha “está avançada”, afirma polícia
Polícia Civil da Bahia ainda aguarda laudo de perícia, mas afirma para ((o))eco que já há “novas informações” sobre o caso, que segue em sigilo para não comprometer investigação →
