Neste domingo (14), a Reserva Biológica do Tinguá, no estado do Rio de Janeiro, foi palco de uma operação realizada pela equipe de fiscalização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para coibir a prática de off-road (veículos motorizados em trilhas) dentro da reserva. A operação, batizada de Passagem, resultou em sete autos de infração que totalizam mais de R$7 mil em multa, e na apreensão de motos. O off-road é proibido dentro da reserva biológica (Rebio), considerada de proteção integral e uso restrito à educação ambiental e pesquisa. A prática, além de ilegal, causa impactos como a abertura de trilhas na mata e a compactação do solo.
A Rebio do Tinguá faz parte do Núcleo de Gestão Integrada (NGI) do ICMBio Teresópolis, que reúne outras quatro unidades de conservação federais no estado: o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, as Áreas de Proteção Ambiental (APA) Petrópolis e Guapimirim e a Estação Ecológica da Guanabara.
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Vídeo: Por que devemos lutar pela preservação da Rebio do Tinguá? por Leandro Travassos
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Acredito que seja mesmo necessário coibir essas práticas nocivas à natureza. A caça e off-road são de fato danosas ao meio ambiente, mas poderiam permitir a visitação controlada com a concessão de licença mediante pagamento de uma taxa por pessoa para um determinado dia com todas as pessoas sob permissão, registradas em documento a ser validado com QR codes na entrada de determinadas reservas biológicas como por exemplo a de Tinguá. Excedentes humanos fora da autorização ficariam de fora ou se apanhados na reserva, seriam multados. Apenas uma sugestão que evidentemente poderia ser melhorada.
Muito bom. Agora falta pegar, multar e prender as hordas de caçadores que assolam o parque.