Salada Verde

((o))eco é um dos finalistas do Prêmio de Jornalismo Digital Socioambiental

Investigação da repórter Alice Martins sobre o futuro de Marajó, no Pará, concorre na categoria “Melhor Reportagem Socioambiental” do prêmio dado pela Ajor

Redação ((o))eco ·
3 de junho de 2025
Salada Verde
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Com uma investigação profunda e sensível sobre os impactos das mudanças climáticas no presente e futuro da ilha de Marajó, no litoral do Pará, o trabalho da repórter Alice Martins Morais, publicado em ((o))eco, é um dos finalistas do Prêmio de Jornalismo Digital Socioambiental. A premiação, dada pela Ajor (Associação de Jornalismo Digital) e a Embaixada Britânica no Brasil, reconhece os trabalhos jornalísticos de excelência e relevância na cobertura socioambiental no país. Os vencedores serão anunciados neste sábado (7), durante a 6ª edição do Festival 3i, realizado no Rio de Janeiro.

A reportagem especial “O futuro do Marajó”, produzida por Alice para ((o))eco, com o apoio da Earth Journalism Network (EJN), concorre na categoria “Melhor Reportagem Socioambiental”. Os demais finalistas na categoria são Bruna Bronoski, do portal O Joio e O Trigo, com a reportagem “A invasão de sardinhas nos rios amazônicos”; e Xavier Alzueta Bartaburu, do Mongabay, com o trabalho “Por que os Maxakali estão convocando os espíritos para recuperar a Mata Atlântica”.

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Já na categoria “Melhor Cobertura Socioambiental Local”, os finalistas são duas séries de reportagens do jornal O Povo sobre o “Impacto dos Agrotóxicos” e “Áreas Verdes em Fortaleza” e o especial da Agência Mural intitulado “Queimando o aprendizado: Ondas de calor dificultam vida de alunos nas periferias de São Paulo”. 

“É uma honra sem tamanho estar entre os finalistas dessa premiação. A série de reportagens foi fruto de um trabalho de equipe, envolvendo diferentes profissionais e mentores, durante meses”, explica a repórter Alice Morais. “O Marajó me é muito familiar e há tempos eu tinha interesse em investigar mais a fundo os desafios e impactos ambientais vividos no arquipélago. É muito gratificante receber o reconhecimento por essa série e especialmente por ser um prêmio em homenagem a Dom e Bruno”, finaliza.

O prêmio, em sua primeira edição, foi criado em homenagem ao jornalista britânico Dom Phillips e ao indigenista brasileiro Bruno Pereira, assassinados no Vale do Javari, no Amazonas, em 2022. A premiação faz parte ainda da comemoração dos 200 anos de relações diplomáticas bilaterais entre Reino Unido e Brasil. Os vencedores de cada categoria receberão R$ 10 mil.

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