Vídeos

Proteção climática em Papua Nova Guiné

Projeto de proteção florestal ajuda a conscientizar a população de Papua Nova Guiné sobre a sustentabilidade das florestas.

Joachim Eggers ·
27 de abril de 2012 · 14 anos atrás

 

Mais de 70% de Papua Nova Guiné são cobertos por mata tropical. Por enquanto, pois sob o solo do terceiro maior Estado insular do mundo se escondem matérias-primas. Seu maior problema é o rápido crescimento da população, que pressiona o desmatamento para dar lugar à produção agrícola.

Ainda em tempo, um projeto de proteção florestal ajuda a conscientizar a população sobre a sustentabilidade das florestas. Ao protegerem uma área de 76 mil hectares, ganham em troca escolas e assistência médica.

Objetivo do projeto: Proteger 76 mil hectares de floresta tropical

Amplitude do projeto: 10 mil pessoas aprendem a explorar a floresta de forma sustentável

Volume de investimentos: 4,8 milhões de euros

Redução de emissões de CO2: A área total do projeto vai armazenar cerca de 15 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

Um filme de Joachim Eggers

Esse conteúdo é publicado em uma parceria de ((o))eco com a Deutsche Welle, emissora pública alemã
 


Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
27 de maio de 2026

A Lei que definiu o futuro de 150 milhões de brasileiros

A Lei da Mata Atlântica, de 2006, foi fundamental para desacelerar o desmatamento no bioma, lar de mais de dois terços da população brasileira

Podcast
27 de maio de 2026

A agroecologia como alternativa possível no Paraná

O assentamento do Contestado mostra de forma concreta como é possível produzir comida e, ao mesmo tempo, proteger a água e a vida

Reportagens
27 de maio de 2026

O futuro aterro que pode virar lixão (de novo)

Imperatriz do Maranhão retoma obra de aterro sanitário sem resolver o problema que transformou o último em depósito irregular

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.