Vídeos

Voluntários do clima na África do Sul

Aquecedores solares de água e isolamento térmico nas casas ajudam o meio ambiente e melhoram a qualidade de vida nos subúrbios da Cidade do Cabo.

Elisabeth Pongratz ·
5 de agosto de 2012 · 9 anos atrás

 

No subúrbio de Khayelitsha, próximo à Cidade do Cabo, vivem mais de um milhão de pessoas, a maioria em condições precárias. Extremamente pobres, elas não dispõem de água quente em seus barracos e, para aquecer suas casas, usam lenha ou óleo de parafina.

Foi aqui que surgiu o “Kuyasa” – o primeiro projeto em nível mundial de proteção ao clima, que recebeu o selo “Gold Standard” (Padrão Ouro), um certificado de qualidade em comércio de emissões de CO2. Com os rendimentos gerados por este comércio, o projeto vai poder se financiar e ajudar mais pessoas neste subúrbio.

Objetivo do projeto: Equipar barracos com aquecedores solares de água, isolamento térmico e eletricidade

Amplitude do projeto: Já foram equipadas mais de 2 mil casas no subúrbio de Khayelitsha

Volume de investimentos: cerca de 3,5 milhões de euros

Redução de emissões de CO2:
6 mil toneladas por ano

Efeitos adicionais: a incidência de doenças como gripe e tuberculose caiu drasticamente

Um filme de Elisabeth Pongratz

Esse conteúdo é publicado em uma parceria de ((o))eco com a Deutsche Welle, emissora pública alemã
 


Leia também

Notícias
26 de novembro de 2021

Informação obtida via LAI revela que MCTI recebeu dados do desmatamento em 1º de novembro

Ministro Marcos Pontes disse que dados não foram publicados antes da Conferência do Clima porque ele estava de férias. Agenda oficial registra férias entre 8 e 19 de novembro

Notícias
26 de novembro de 2021

Jornalismo digital brasileiro se une em campanha de financiamento

Ação reúne 26 organizações com objetivo de arrecadar doações para fortalecimento do jornalismo digital de qualidade

Reportagens
26 de novembro de 2021

MPF pede anulação da Licença de Instalação do Linhão Tucuruí na terra Waimiri Atroari

Ação aponta que União e a Transnorte agem ilegalmente no licenciamento da obra. Autossuficientes em energia elétrica, os Waimiri Atroari são contra o empreendimento e sentem “a floresta sangrar”

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta