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Na semana passada, o Ministério Público de Mato Grosso convocou pesquisadores para avaliar as conseqüências das queimadas que atingiram o estado durante a longa estiagem. Há um mês, foi instaurado inquérito civil para apurar os motivos e as responsabilidades pelo alto índice de incêndios em Mato Grosso, proibidos por lei estadual desde 15 de julho. Só mesmo a certeza da impunidade justifica um aumento de 72% das queimadas no estado em relação ao ano passado no período proibitivo. Apuração da jornalista Josana Salles revela que o promotor de Meio Ambiente Gerson Barbosa já tem elementos para responsabilizar o Estado pela omissão e inoperância no combate as queimadas. Mas, na verdade, ele briga mesmo para tentar firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o governo de Blairo Maggi.

Redação ((o))eco ·
31 de outubro de 2007 · 18 anos atrás

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