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Cartas na mesa

Na semana passada, o comissário de meio ambiente da União Européia, Stavros Dimas, já havia afirmado que o continente precisa revisar suas normas de importação de biocombustíveis para que a demanda não cause impactos ambientais nos países em desenvolvimento. Os britânicos foram um pouco mais enfáticos do que Dimas. No relatório dizem que a União Européia deve aguardar pela segunda geração dos combustíveis limpos para embarcar no onda do etanol e do biodiesel. Espera-se que a segunda geração de tecnologias fornecerá combustível de restos agrícolas e até de algas marinhas com muito mais eficiência e menor impacto ambiental.

Redação ((o))eco ·
21 de janeiro de 2008 · 18 anos atrás

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