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Nem tão seletivo

Um estudo inédito diz que as áreas da Amazônia onde se faz corte seletivo de árvores são destruídas poucos anos depois que a retirada começa. Segundo o pesquisador norte-americano Greg Asner, do Instituto Carnegie, na Califórnia , 32% dessas áreas foram arrasadas em no máximo quatro anos. O cientista diz que isso acontece porque a derrubada programada utiliza as mesmas rodovias do desmatamento puro e simples. É natural, portanto, que os dois processos aconteçam nos mesmos locais. A notícia é da Agência Fapesp.

Redação ((o))eco ·
1 de agosto de 2006 · 20 anos atrás

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