
A afirmativa foi feita hoje mesmo, durante a audiência na Comissão de Agricultura da Câmara, com gente do governo, indústria, produtores, instituições financeiras e cooperativas. “O excesso de chuva na hora da colheita e da maturação, em determinadas regiões, gerou o aparecimento de doenças que não puderam ser combatidas”, explicou o ministro. Veja aqui. Para Stephanes, prioridade agora é importar trigo da Argentina e vender estoques nacionais.
Vossa excelência perdeu a oportunidade de reconhecer a fragilidade do agronegócio brasileiro frente às variações do clima e que manter e recuperar florestas é uma boa alternativa para combater esse problema. Coisa bem explicada pela comunidade científica internacional. Só não ouve quem não quer.
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