De Pe. Josep iborra Plans, zezinho
Agradeço a publicação, pelo menos parcial da resposta aos artigos qüestionados sobre o quilombo de Santo Antônio do Guaporé.
Porém sigo pensando que a linha editorial de O Eco está errada ao pensar que se trata de “conceder” 186.000 ha. bem conservados. Quem pensa que foi que conservou? Foram eles, os quiolombolas, e a comunidade do Limoeiro, inicialmente incluída na proposta. Esta parte posteriormente desmembrada do pedido da comunidade quilombola, a pedido dos índios miquelenos, que reivindicam esta área para eles, apesar de que também lá tinha moradores quilombolas. Não se trata de conceder nada, mas de devolver e reconhecer o que realmente é deles, aquilo que o Ibama se apossou de forma desconsiderada e desumana. As comunidades tradicionais são parceiras do meio ambiente, não inimigas.
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