De Elisabete Braga – Sociedade Nordestina De Ecologia.
Prezada Tereza,
Tive oportunidade de vivenciar indiretamente todo o processo cuidadoso que gerou a ação de eliminação das garças africanas em Fernando de Noronha. Acho mesmo que ações assim, não só em Noronha, são de grande importância para favorecer a preservação da biodiversidade nativa.
Acho que o Estado perdeu uma grande oportunidade de trabalhar o fato para esclarecer e educar a população não só de Noronha, sobre o como e o porquê da ação – necessidade de agir para o equilíbrio ambiental. Acho que além do medo de divulgar o fato a preocupação do Governo do Estado passa pela total falta de condições de atuar sistematicamente com processos educativos ambientais já que acabou/ desestruturou os setores responsáveis pela Educação Ambiental na CPRH , órgão executor da Política Ambiental do Estado e na própria Secretaria de Educação Ambiental.Atualmente as duas não possuem quadro técnico e consequentemente nenhum programa de atuação para o Estado de Pernambuco.
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