De José Sabino, Superintendente de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul – SEMAC/MSQuase 150 após a publicação de “A Origem das Espécies” a teoria de Darwin infelizmente não é adequadamente conhecida. Há enorme confusão nessa área como se pode ver pela reação desmedida de alguns comentários. Não “viemos do macaco”, tal e qual o conhecemos hoje, mas sim tivemos um ancestral comum há 6 milhões de anos. O texto de Marcos Sá Correa é denso de informações e quebra “muletas” que o darwinismo também derruba . O radicalismo pregado pelos criacionsitas blinda a visão bela da interpretação científica, que mostra interrelações evolutivas e parentescos genéticos, como o do homem com o chimpanzé, com aproximadamente 98% de similaridade em seus DNAs. Imaginemos a similaridade entre homens brancos, negros, índios… É para acabar com qualque tipo de preconceito! A ciência permite que vejamos o mundo de modo muito mais claro. O radicalismo religioso só faz com que radicais incapazes de compreender o mundo moderno sequestrem maravilhas tecnológicas -como aviões a jato- e os joguem contra torres. Mesmo aqueles que não “acreditam” na ciência, usam de seus benefícios. Marina Silva pode ter suas crenças, mas jamais usá-las em público, muitos menos confundi-las com o exercício de seu cargo público.
Leia também
Pesquisa revela a importância das cavernas para serviços essenciais à vida no planeta
Desde uma fonte de energia renovável até local para produção de alimentos, ambientes subterrâneos prestam serviços ecossistêmicos fundamentais para a saúde do planeta e nosso bem-estar →
Inação do governo baiano segue afogando animais silvestres em polo do agronegócio
Canais vegetados e adutoras seriam alternativas para reduzir a matança, sobretudo das espécies em risco de extinção →
Rio adia votação de projeto que concede áreas verdes para a iniciativa privada
Projeto de autoria do vereador Pedro Duarte (PSD) pretende mudar a Lei Orgânica do Município; medida permite concessões por até 35 anos →



