Análises

Os índios, sempre os índios III

Redação ((o))eco ·
18 de abril de 2008 · 18 anos atrás

De Ivo Di “Sir” Jeep

Curioso o combate ao artigo de Truda . Cada um tem seu estilo. Este é o dele. O de uma pessoa indignada com todas as aberrações que presenciamos no país, nos últimos anos, como enterrar bilhões no solo do nordeste para roubar água de um rio moribundo; de “legalizar” grilagem de terras roubadas à floresta amazônica, ao cerrado, à Mata Atlântica.

Agora vieram com “racismo ambiental” e “justiça ambiental”, dois conceitos chupados das lutas contra o racismo dos USA e querem que isto seja válido no USB (United States of Brazil).Temos a questão de Abrolhos que será destruído pela carcinicultura e tantas outras reservas.

Não devemos esquecer que a Romênia tem, efetivamente, 10% de seu território como Áreas de Preservação Ambiental que funcionam. As nossas, são apenas para “vender e entregar” a estrangeiros que vêm destruir o que não mais têm em suas terras.

A questão do AMBIENTALISMO no USB está mal conduzida porque parte de cima, não das bases que, no fundo, a grande maioria quer mesmo é aparecer. Também não concordo com essa história de “populações tradicionais” do jeito que vêm tratando porque não passa de populismo barato, de quinta categoria, para angariar votos.

O que TODOS OS BRASILEIROS, sem distinção de classe, credo, cor ou raça DEVEM fazer é EXIGIR o desenvolvimento com RESPONSABILIDADE e atitudes ADULTAS e não como disse o molusco brazilensis “não é o maio ambiente que vai parar o progresso do país”, ou como, em 71, numa reunião de cúpula, na Europa, o representante dos USB disse que “o brazil receberá de braços abertos a poluição” quando todos os presentes lutavam para combater a poluição.

Não é atacando Truda que alguém fará sua parte. Procurem refletir no que leram, extraiam as verdades e, até concordo, releguem a segundo plano o que não aceitam. Mas a verdade é uma só: CHEGA DE HIPOCRISIA NO TRATO À PRESERVAÇÃO AMBIENTAL. É mão na massa e cobrar de quem de direito que façam a coisa direito.

Leia também

Colunas
13 de fevereiro de 2026

Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil

pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas

Notícias
13 de fevereiro de 2026

Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025

Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV

Análises
13 de fevereiro de 2026

O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática

Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.