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RAISG capacitou técnicos para o monitoramento da floresta

Atlas Amazônia sob Pressão foi um primeiro resultado, o segundo é trabalhar na gestão da informação e no monitoramento em cada país.

Giovanny Vera ·
13 de dezembro de 2012 · 14 anos atrás

Na semana passada foi lançado o Atlas Amazônia sob Pressão, com informações e mapas das pressões e ameaças que sofre atualmente a maior floresta tropical do mundo. Este estudo foi um dos primeiros resultados da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada, usando a mesma metodologia que o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) utiliza para monitorar a Amazônia brasileira.

O Imazon participou na capacitação de técnicos dos países amazônicos para realizar o processamento dos dados e imagens, desde o sensoriamento remoto até a análise das imagens, explicou Carlos de Souza Junior, pesquisador do Imazon e coordenador do programa de monitoramento da Amazônia.

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Após um longo processo de capacitação de quase três anos, técnicos dos países da bacia amazônica membros da RAISG estão habilitados para processar os dados e monitorar a Amazônia em seus países, afirma Carlos. “Agora estamos planejando uma etapa de monitoramento, que seria a cada dois anos, obtendo relatórios em mais curto prazo para entender a dinâmica do desmatamento na Amazônia”, explica.

O desafio agora é consolidar o grupo de especialistas em cada país, e trabalhar na gestão e uso da informação através de parcerias, que são fundamentais para o sucesso do projeto.

O Imazon trabalha há muito tempo no monitoramento da floresta, particularmente no território brasileiro, mas para Carlos de Souza “é importante monitorar toda a bacia amazônica”.

 

  • Giovanny Vera

    Giovanny Vera é apaixonado pela área socioambiental. Especializado em geojornalismo e jornalismo de dados, relata sobre a Pan-Amazônia.

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