Se os 190 milhões de brasileiros vivessem com uma densidade populacional semelhante à de Copacabana, que é de 36 mil habitantes por quilômetro quadrado, todos caberiam mais folgados (33 mil habitantes/km2) no território de 5.800 quilômetros quadrados do Distrito Federal. Esse cálculo é do economista Leonardo Monastério, que o fez inspirado na mesma ideia aplicada aos EUA.
Lá, a população de cerca de 300 milhões caberia no pequeno estado de New Hampshire, se vivesse com a densidade do Brooklyn, em Nova York. Diga-se de passagem, esta é um terço da existente em Copacabana. Se os americanos se aglomerassem como em Manilha, a cidade mais densamente habitada do mundo, caberiam em um quadrado com 84 km em cada lado.
Já pensou o quanto sobraria para proteção ambiental? Para não falar que, no caso brasileiro, de perto ficaria mais fácil fiscalizar o governo e organizar eventuais protestos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A Natureza da Conversa #3 – A revolução regenerativa na produção de commodities
Episódio da podcast desconstrói o mito de que a agricultura regenerativa é restrita a pequenas produções e mostra sua aplicação em commodities em larga escala →
Rede Brasileira de Trilhas concorre a prêmio internacional de conservação
Projeto disputa o Bússola de Cristal, promovido pela Sociedade Geográfica Russa, na categoria Reconhecimento Público, dedicada a iniciativas de conservação →
Congresso eleito terá perfil mais contrário à agenda ambiental, aponta Observatório do Clima
Sete em cada 10 parlamentares que estarão no Legislativo Federal em 2027 estão nas faixas de baixa convergência ambiental; No Senado, o quadro é pior →

