Em algum lugar do espaço aéreo brasileiro, entendi, na prática, o significado da expressão: “O diabo mora nos detalhes”. O vôo decolou de manhã cedo e eu estava ansioso pelo serviço de bordo. Há de se entender que aquilo é mais do que uma refeição. É pura distração. Uma forma de relaxamento para os que, como qualquer pessoa de bom senso, têm receio de entrar num charuto alado e atravessar o país.
O diabo é ardiloso e se disfarça muito bem. Não mostra a cara com facilidade e certamente vive nos detalhes. Mas, mudar essa cultura do desperdício é mais fácil do que parece. Produzir resíduos é inevitável. Produzi-los em excesso, não. Basta um pouco de bom senso. E os passageiros? Ah, não só vamos entender, como apreciar mudanças positivas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Integração de cadastros proposta por Flávio pode beneficiar produtores dos EUA e da Argentina
Especialistas alertam que a medida pode comprometer a rastreabilidade da produção rural, a confiança de compradores internacionais e o acesso do Brasil a mercados externos →
O país que queremos construir passa pelos nossos parques
Reconhecer nossa vocação para o turismo de natureza é valorizar nosso patrimônio natural e transformá-lo em desenvolvimento sustentável →
Conservar a Amazônia exige cuidar de quem vive nela
A conservação ambiental somente se sustenta no longo prazo quando também melhora a vida das populações que habitam os territórios →

