
O Brasil conseguiu reduzir drasticamente as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global ao combater o desmatamento na Amazônia, mas ignorou o crescimento das emissões em áreas como a pecuária, energia e indústria, que dobraram em 24 anos. Em relação à energia, as emissões vêm da queima de combustível fóssil nas termelétricas. Já na agropecuária, esses gases advêm de emissões do manejo do solo e do próprio gado. Na indústria, são provenientes dos processos químicos de produção. Enquanto a emissão dos resíduos vêm do metano dos esgotos e dos lixões. Fonte: Época.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Foz do Iguaçu irá receber 1º Congresso Pan-Americano de Trilhas em novembro
O evento, entre os dias 5 e 8 de novembro, será concomitante ao congresso brasileiro, já em sua quarta edição, e irá promover a agenda de trilhas nas Américas →
Amazônia perdeu 690 mil árvores por dia a mais com Bolsonaro do que com Lula
No 3º governo de Lula, a taxa de desmatamento na Amazônia voltou a cair acentuadamente, retomando a trajetória dos dois primeiros mandatos. Mantido o ritmo médio dos últimos anos, a meta de desmatamento zero seria atingida antes de 2028 →
Seminário debate impactos socioambientais de data center bilionário em Pindamonhangaba
Encontro será realizado neste sábado (26), no Sindicato dos Metalúrgicos, e reunirá especialistas, representantes da sociedade civil e moradores da região →

Eta Brasil.