O governo federal havia se comprometido a acabar com a mineração dentro do parque em um TAC assinado há um ano. Como não conseguiu, escolheu a pior alternativa: a prorrogação da atividade. O chefe da unidade de conservação, Joaquim Maia Neto, discorda. Acha que opção foi a melhor possível, uma vez que se o acordo não fosse renovado, o Ministério do Meio Ambiente seria obrigado a regularizar as terras da noite para o dia e criar uma estrutura de fiscalização permanente para impedir a entrada de garimpeiros clandestinos. Ao invés de cumprir a lei, Brasília preferiu aliviar.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O século XXI começou no subsolo
O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania →
Projeto em Alta Floresta expande pontes artificiais que zeraram atropelamento de primatas
A instalação de oito novas estruturas de passagem de fauna no município reforça a bem-sucedida estratégia de conservação local para macacos amazônicos ameaçados →
Ibase aponta desafios da urbanização de favelas do Rio diante da crise climática
Levantamento com 10 mil moradores identifica problemas de arborização, drenagem, saneamento e manutenção em 18 favelas da capital do estado →
