O governo federal havia se comprometido a acabar com a mineração dentro do parque em um TAC assinado há um ano. Como não conseguiu, escolheu a pior alternativa: a prorrogação da atividade. O chefe da unidade de conservação, Joaquim Maia Neto, discorda. Acha que opção foi a melhor possível, uma vez que se o acordo não fosse renovado, o Ministério do Meio Ambiente seria obrigado a regularizar as terras da noite para o dia e criar uma estrutura de fiscalização permanente para impedir a entrada de garimpeiros clandestinos. Ao invés de cumprir a lei, Brasília preferiu aliviar.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Monitoramento do desmatamento no Brasil estará sob risco com Flávio Bolsonaro
Atacado em várias frentes durante presidência de Jair Messias, INPE não merece outra gestão bolsonarista →
Organizações indígenas alertam para riscos socioambientais no segundo turno das eleições
Carta aberta critica o legado do governo Bolsonaro e questiona propostas que podem afetar a proteção ambiental e os direitos dos povos indígenas →
Nova espécie de perereca-de-vidro é descoberta no coração do Cerrado
Anfíbio é o primeiro do gênero registrado na região central do bioma, reforçando a urgência de investimentos em pesquisa e conservação na savana brasileira →
