O governo federal havia se comprometido a acabar com a mineração dentro do parque em um TAC assinado há um ano. Como não conseguiu, escolheu a pior alternativa: a prorrogação da atividade. O chefe da unidade de conservação, Joaquim Maia Neto, discorda. Acha que opção foi a melhor possível, uma vez que se o acordo não fosse renovado, o Ministério do Meio Ambiente seria obrigado a regularizar as terras da noite para o dia e criar uma estrutura de fiscalização permanente para impedir a entrada de garimpeiros clandestinos. Ao invés de cumprir a lei, Brasília preferiu aliviar.
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