De APCA – Associação Paulista de Corrida de Aventura
Esta carta não tem como objetivo atacar nem defender ninguém.
O objetivo da APCA é unir todos os interesses e interessados para pensarmos juntos em soluções de sustentabilidade, para a corrida de aventura, que só pode ser realizada em ambiente natural, dentro ou fora de parques nacionais, e assim consequentemente para todos os esportes chamados “outdoor” que, para acontecer e dar prazer aos seus praticantes, se utilizam de belas vistas, montanhas, contatos com a natureza e sua fauna e flora. Um direito de todos: usufruir do mundo em paz e harmonia, de forma sustentável.
Para isso, fomentar negócios que gerem a sustentabilidade dos parques e das comunidades locais é uma das premissas da corrida de aventura onde quer que ela aconteça e já foram efetuadas ações de educação e preservação, através dos organizadores de provas de corrida de aventura, em diversos parques nacionais.
Nosso ponto de vista é que devemos nos unir para alavancar a economia, o conceito de bem-estar, a sustentabilidade e o auto-conhecimento através de nossas vivências individuais e em equipe.
A corrida de aventura, seus praticantes e a APCA, têm como objetivo em comum divulgar o esporte, desenvolver a conscientização da prática sustentável do mesmo, em todas as suas modalidades, e desenvolver e implementar medidas reais que tragam EDUCAÇÃO E PROGRESSO.
Clique aqui para ler esta carta na íntegra.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Concessão inédita em gleba pública testa novo modelo de gestão para florestas na Amazônia
Edital para a Gleba Castanho leva concessões a terras públicas não destinadas e reacende debate sobre governança, controle territorial e combate ao desmatamento →
Recifes, jubartes e a conta global da proteção marinha
A biodiversidade marinha que conecta o litoral brasileiro a desafios climáticos e metas internacionais de conservação →
A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul?
Podemos reconhecer nossas riquezas que não necessitam de mineração, como a biodiversidade do Pampa e os ecótonos presentes na transição para a Mata Atlântica →
