De Angela Kuczach
Oi Andréia,
como vai?
Li sua matéria “No país das maravilhas” e tô aqui trincando os dentes de raiva!
Na verdade eu nem sei porque, já que a lista de absurdos não pára de aumentar a cada dia. É paulada em cima de paulada e indignação já virou praticamente rotina.
Como é que pode?????? Onde é que isso tudo vai parar???? E quando???? E principalmente, será que vai sobrar alguma coisa depois desse tsunami de desmatamento?
Antigamente a briga em defesa da natureza era pela criação de UCs, para a criação de uma legislação ambiental… a gente gritava contra a caça e o desmatamento, claro, mas parecia que as coisas eram mais camufladas, sei lá…
Agora é essa safadeza escancarada. E a gente simplesmente não têm pra onde correr! Pelo amor de Deus! Será que ninguém enxerga esse absurdo todo ?!
Eu odeio o pensamentinho pequeno de ficar comparando o Brasil com país de primeiro mundo e dizendo que as coisas que acontecem aqui não acontecem lá…haja visto por exemplo os recentes crimes descobertos na Áustria, a gente sabe que na prática nem tudo são flores primeiro mundo afora…mas lendo a sua matéria fiquei aqui me perguntando se fosse em outro país, tipo os EUA, essa palhaçada estaria acontecendo. Não que o Bush ligue pra qualquerr coisa além do petróleo…mas lá tem quem mande, né? Ao contrário daqui!
A Amazônia de repente virou a terra do Blairo Maggi, que deita e rola em cima de seja lá quem for. E o nosso excelentíssimo presiente da república só faz passar a mão na cabeça do rei do soja e dizer amém pra todo mundo menos pra razão!!!
Nossa, me faltam adjetivos pra expressar o que eu penso de toda essa palhaçada e dessa corja de mentecapitos que comandam o nosso país!
Tudo de bom pra você.
Leia também
Fundo Casa abre chamada de R$ 2,5 mi para apoiar projetos na Mata Atlântica
O edital nacional prevê financiamento de até 42 iniciativas comunitárias voltadas à restauração florestal, geração de renda e adaptação climática no bioma →
Exposição imersiva sobre crise climática chega ao Rio
Exposição gratuita do Coral Vivo reúne experiências sensoriais e conteúdos científicos para mostrar como a crise climática já afeta oceanos, ecossistemas e sociedade →
Albardão não é de nenhuma pessoa. É, finalmente, deles
O Parque Nacional representa mais do que uma vitória política, técnica ou institucional. Ele representa uma rara decisão civilizatória: a de dizer que o mundo não existe para ser usado →





