
Hoje é dia de homenagear um dos principais trabalhadores das unidades de conservação do mundo: os guardas-parques. São eles os profissionais que protegem, fiscalizam e, até, combatem incêndios nas matas. No Brasil, a figura de guarda-parque só existe nas unidades de conservação estaduais.
Em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e outros estados, são os guardas-parques os verdadeiros defensores da biodiversidade dentro das unidades: aqueles que combatem a caça ilegal, a degradação ambiental e o fogo. Ser guarda-parque é uma profissão perigosa, aqui e em qualquer lugar do mundo, e esta data serve justamente para lembrar e celebrar os profissionais mortos ou feridos no cumprimento do dever.
O Dia Mundial de Guarda-parques (World Ranger Day, em inglês) foi instituído pela Federação Internacional de Guardas-parques e é comemorado desde 2007. O evento é promovido por 54 associações membros ao redor do mundo.
Leia Também
Guardas-parques para UCs no Rio
Homem armado ameaça guarda-parques do INEA, em Cabo Frio
Uma idéia para guardar os Parques do Rio de Janeiro
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
As tentativas de desmonte do monitoramento remoto capazes de frear o combate ao desmatamento no Brasil
Iniciativas recentes buscam minar a confiança construída ao longo de anos nos sistemas de verificação de ilícitos à distância →
Bancada ruralista acelera ‘pacote agro’ na Câmara dos Deputados
Proposta aprovada em urgência retira do Ministério do Meio Ambiente parte da competência sobre biodiversidade e fiscalização →
Pernambuco foca em carbono e ignora a urgência das áreas de risco
Enquanto o governo foca no mercado de carbono, o estado acumula 291 mortes e 545 mil desabrigados por desastres desde 1991, com prejuízos que superam os R$ 34 bilhões →
