Análises

O que fazer com a caça no Brasil?

A gestão da fauna silvestre e a caça precisam ser regulamentadas e adaptadas, no mínimo, com base nas características ecológicas e culturais de cada bioma

Chiara Bragagnolo · João Campos e Silva · Felipe Vieira ·
15 de julho de 2019 · 3 anos atrás

O estabelecimento de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil acelerou a tramitação de uma série de projetos de lei que visam transformar substancialmente a política ambiental. Entre eles, o PL 6268/2016 e o PL 436/2014, que propõem a revogação da atual Lei de Proteção à Fauna (Lei 5.197/67), permitindo o manejo, o controle e o exercício de caça no Brasil.

Atualmente, a caça é proibida no Brasil (com exceção da caça de subsistência e científica). Embora haja evidência de que a caça ilegal é amplamente difusa nacionalmente (e negar isso seria como ficar de olhos fechados), até então o debate dentro do país continua extremamente polarizado. Por um lado, os defensores da nova legislação afirmam que os dois PL supracitados “finalmente” regularão a caça no Brasil, enquanto os críticos destes projetos os veem como um retrocesso clamoroso, podendo aumentar o tráfico de animais silvestres, a caça furtiva e o sofrimento dos animais.

Longe de ser uma análise detalhada das novas propostas de lei, os autores do artigo “Hunting in Brazil: what are the options?”, publicado na revista Perspectives in Ecology and Conservation, tentam superar a dicotomia ‘caça sim’/ ‘caça não’, trazendo uma série de questionamentos e reflexões sobre quais podem ser as opções viáveis para lidar com a caça ilegal num país de tamanha complexidade ecológica e cultural.

Partindo do pressuposto que o manejo da fauna silvestre deve ser rigorosamente baseado em dados científicos sobre as dinâmicas populacionais de cada espécie, as características ecológicas de cada bioma e observando que esses dados atualmente são extremamente pontuais e escassos, os autores destacam que as motivações que levam os indivíduos a agir de uma determinada forma e a se envolver em comportamentos ilegais (como é atualmente a caça) também devem ser analisadas cuidadosamente e consideradas na hora de promover alterações à lei que gere a proteção da fauna.

Apesar dos fatores que motivam a caça serem múltiplos e complexos, pode-se traçar algumas tendências sobre esse comportamento. Por exemplo, a falta de conhecimento sobre as normas que regulamentam a caça e a proteção da fauna podem ser um dos principais fatores que levam o indivíduo a violar as leis em algumas áreas remotas do Brasil. Além disso, mesmo havendo conhecimento sobre a proibição da caça, alguns indivíduos podem não ter um entendimento abrangente sobre as complexas cobranças e burocracias envolvendo o licenciamento que, teoricamente, deveria regular a caça de subsistência segundo a lei atual.

Caçador no Acre carrega uma onça-pintada nas costas. Foto: Denúncia/MPF.

A pobreza também pode ser um fator que estimula a caça para preencher as necessidades básicas (ex.: aquisição de proteínas animais etc.). Contudo, existe certa confusão em relação ao conceito de subsistência na legislação e a definição de caça de subsistência dentro do arcabouço legislativo brasileiro não está clara. Sendo assim, é extremamente difícil distinguir entre caça de subsistência e caça comercial, pois em muitas áreas do país a caça comercial é praticada para integrar a renda familiar e para aumentar o poder de aquisição de bens alimentares. Não é raro em comunidade rurais do Nordeste, por exemplo, que se cace para “ganhar um trocado” e comprar arroz, feijão e outros alimentos que compõem a cesta básica das famílias. Também não é raro que as caças façam parte de tradições culinárias e culturais de origem ancestral ou estejam relacionadas com tabus, crenças e fés, especialmente no Norte e Nordeste do Brasil.

Há, ainda, uma série de relações complexas entre o indivíduo e a sociedade que também influenciam seu comportamento. Por exemplo, a aceitação social do ato de caçar parece estar intimamente interligada aos contextos socioculturais, sendo profundamente desencorajada entre as populações urbanas em grande parte do Brasil, porém, habitualmente aceita nas áreas rurais. A isso, soma-se a questão da legalidade da caça nas comunidades indígenas que, por mais que seus direitos de caçar sejam constitucionalmente garantidos, podem fomentar a caça dentro das comunidades rurais não reconhecidas como povos tradicionais por questões de igualdade e equidade. Além disso, a percepção da ineficiência e da falta de fiscalização, assim como a impunidade generalizada, encorajam geralmente o descumprimento da lei, estimulando a caça ilegal tanto de caráter comercial como a esportiva.

“Existe um fator determinante que não pode ser negligenciado: a caça como uma atividade de lazer.”

Igualmente, existe um fator determinante que não pode ser negligenciado: a caça como uma atividade de lazer. Tal diversão é frequentemente motivada pelo senso de pertencimento a determinado grupo ou clube e não se limita a indivíduos em condições privilegiadas. De fato, a caça recreativa é parcialmente considerada na atual legislação brasileira, que exige a afiliação de cada caçador esportivo a um clube de tiro registrado. Contudo, com exceção do estado do Rio Grande do Sul, que por um tempo experimentou o modelo norte-americano de gestão da fauna silvestre, permitindo a caça desportiva sob o licenciamento, nunca houve uma regulamentação dos clubes e dos procedimentos de afiliação. Segundo alguns conservacionistas e ambientalistas, a experiência da regulamentação da caça recreativa nesse estado até contribuiu positivamente para a conservação, tendo permitido o teste de novos mecanismos de gestão da fauna silvestre e gerado informação essencial sobre as dinâmicas das populações de espécies (ex.: rotas de aves migratórias, distribuição espacial das espécies-chave, etc.).

Controvérsias 

Entretanto, a caça recreativa gera bastante dissenso no mundo todo, sendo sua legitimação como esporte, ou como componente de uma estratégia de conservação mais ampla subordinada a valores morais e princípios éticos individuais. Por exemplo, defensores dos direitos dos animais e ambientalistas geralmente aceitam o abate de animais para subsistência, no entanto, podem ser radicalmente contra a caça por diversão. Isso também é reflexo da mudança cultural envolvendo a relação homem-natureza que ocorreu nas sociedades contemporâneas e industriais nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, a mídia de massa tem desempenhado um papel fundamental na mudança da percepção pública sobre a caça, associando os caçadores a sérios problemas ambientais (desmatamento, perda de biodiversidade etc.) e polarizando cada vez mais a opinião pública entre os movimentos pró e contra caça. A crescente polarização na opinião pública teve um efeito claro no estado do Rio Grande do Sul, onde os defensores dos direitos dos animais junto com ambientalistas conseguiram suspender a caça esportiva até então regulamentada. Mesmo assim, a caça por diversão continua amplamente difusa em todo o Brasil.

Papagaios comercializados ilegalmente no Mato Grosso do Sul. Maioria dos papagaios chegam desidratados e debilitados, pois não recebem água nem alimentos durante o transporte feito pelos traficantes. Foto: Fabio Pellegrini.

Abordar uma questão como a caça no Brasil é um desafio extremamente complexo devido à escassez de dados abrangentes sobre sua prevalência, tendência (geográficas e temporais) e sobre as dinâmicas socioculturais que motivam as pessoas a caçar. Além disso, devido ao tamanho continental e à megadiversidade cultural existente no Brasil, a caça precisa ser compreendida dentro de cada contexto específico. Por exemplo, a caça de pássaros e o comércio de pássaros domésticos são muito comuns no Nordeste e em muitas áreas rurais do Brasil, enquanto a caçada de onça-pintada acontece principalmente no Pantanal e na Amazônia e a caça ao tatu no Cerrado e na Caatinga. Sendo assim, quaisquer propostas de lei que pretendem flexibilizar as restrições à caça precisam, no mínimo, considerar as consequências sobre as espécies que já estão sendo afetadas pela sobreexploração. Os legisladores, assim como a sociedade brasileira em geral, devem avaliar estrategicamente as perdas e os ganhos entre descriminalizar algumas modalidades de caça e preservar a biodiversidade. Ou seja, devemos nos perguntar até que ponto um grupo (isto é, caçadores) deveria ser beneficiado (portanto “descriminalizado”) à custa de defender o direito de preservar uma espécie, um ecossistema ou uma função ecológica.

Hoje em dia resolver essa questão ética não é de forma alguma simples, especialmente frente ao clima político atual e à divisão da opinião pública. Além disso, desde que a responsabilidade legal pela fiscalização e aplicação de penalidades administrativas envolvendo a flora e a fauna foi transferida do governo federal (IBAMA) para as agências ambientais estaduais e municipais (Lei Complementar 140), algumas preocupações têm surgido entre os ambientalistas. Um exemplo disto é a perceptível incapacidade técnica e financeira dos estados e municípios mais pobres de implantarem um sistema de gestão e fiscalização da caça, somado à frequente vulnerabilidade a pressões políticas associadas a práticas de corrupção nestes cenários. Assim sendo, liberar a caça de forma generalizada em todo o país seria impraticável e totalmente ineficiente, pois se considerarmos a conjuntura econômica futura, o cenário mais provável é o de redução do orçamento público para monitoramento e fiscalização do meio ambiente.

“Nessa situação, uma nova proposta de lei que pretende revogar a atual Lei de Proteção à Fauna deve ser necessariamente respaldada por uma base científica robusta, um amplo consenso público e uma adequada capacidade institucional que responda às necessidades de pesquisa, monitoramento e fiscalização.”

Nessa situação, uma nova proposta de lei que pretende revogar a atual Lei de Proteção à Fauna (Lei Nº 5.197/67) deve ser necessariamente respaldada por uma base científica robusta, um amplo consenso público e uma adequada capacidade institucional que responda às necessidades de pesquisa, monitoramento e fiscalização. Sem essas premissas, os autores defendem que não é possível pensar em mudanças na legislação. No entanto, eles levantam uma série de opções.

Primeiramente, é necessário esclarecer e simplificar o procedimento que regulamenta a caça de subsistência estabelecendo critérios claros e unívocos (tamanho mínimo das espécies, cotas sustentáveis etc.) para limitar a defaunação em áreas já em risco de sobreexploração. É claro que o estabelecimento de critérios mais rigorosos para a caça de subsistência pode não reduzir completamente a pressão, embora possa melhorar consideravelmente o monitoramento e gerar uma pequena quantidade de recursos e informações sobre a biologia e a dinâmica populacional das espécies. Na Amazônia, a caça de subsistência pode até contribuir para a contenção do desmatamento em grande escala, proporcionando um melhor monitoramento e vigilância do território.

Caso a caça fosse indistintamente liberada dentro do país – como proposto pelos projetos de lei em tramitação no congresso – um dos principais desafios seria criar um sistema de licenciamento de reservas de caça e caçadores. Isso implica a demarcação de áreas de caça licenciadas e requer um investimento consistente para a pesquisa, a gestão e o monitoramento, sendo preciso definir a priori limites e regras de captura de acordo com as características específicas de cada espécie-alvo e bioma. Tais esquemas facilitam bastante o monitoramento das espécies e do comportamento dos caçadores, além de proporcionar uma renda considerável para a conservação e a gestão da vida selvagem. Nos Estados Unidos, por exemplo, em 2011 os caçadores gastaram cerca de 796 milhões de dólares em licenças e permissões e as agências estaduais e provinciais puderam investir esse dinheiro em ações de conservação, restauração e educação. Em alguns países da África, as licenças de caça esportiva são também vinculadas ao turismo, sendo as caraterísticas dos animais de grande porte suficientes para atrair turistas estrangeiros e, ao mesmo tempo, atuar como “fontes de fauna” para restabelecer as populações das espécies caçadas. No entanto, a falta de dados socioeconômicos e ecológicos, a carência institucional e o dissenso da opinião pública não fazem do Brasil um lugar simples para a implementação de tais estratégias e quaisquer desses modelos precisariam inicialmente ser estudados, avaliados e testados em áreas-piloto.

O Javali pode ser caçado em todo o território nacional. Foto: Luiz Guilherme de Sá/Ibama.

Outra modalidade onde o esquema de licenciamento pode ser ampliado com consequências potencialmente positivas para a conservação é a caça para o controle populacional de espécies invasoras. Um dos exemplos mais emblemáticos no Brasil é o caso da caça ao javali (Sus scrofa), já regulamentado no país. No entanto, existem posições fortemente divergentes sobre esta prática devido à falta de aceitação da caça como instrumento de manejo e conservação da fauna. O estado de São Paulo, por exemplo, proibiu em 2018 esse tipo de caça em face da pressão dos ativistas dos direitos dos animais. A medida foi revogada pelo novo governador. Mesmo assim, levando em conta os direitos dos animais, tornam-se necessárias medidas adicionais, como o desenvolvimento de códigos éticos de caça que atendam às preocupações dos cidadãos mais relutantes.

Outra abordagem para regulamentar a caça é vincular essa prática a programas de manejo comunitário da fauna silvestre. A Amazônia já conta com vários exemplos bem-sucedidos de uso sustentável e recuperação de populações de megafauna aquática que estavam quase extintas, como é o caso do pirarucu. Além do alto valor para a conservação, esse modelo também se mostrou eficaz na melhoria da qualidade de vida local e no fortalecimento das comunidades ribeirinhas, podendo ser implementado e testado em outros biomas brasileiros, especialmente onde a presença de povos indígenas e comunidades tradicionais ainda é consistente (por exemplo, Pantanal) e/ou em reservas extrativistas (RESEX).

As propostas acima baseiam-se principalmente na hipótese de que a melhor maneira de administrar a caça é reconhecê-la oficialmente como uma prática legítima e controlá-la por meio de regulamentação e monitoramento adaptativo. No entanto, em muitas partes do Brasil, pode ser tanto socialmente desejável quanto ambientalmente preferível se concentrar na redução da pressão da caça (legal e ilegal).

Uma maneira de diminuir a pressão é reduzir as principais motivações desta prática como, por exemplo, a pobreza e a falta de alternativas para geração de renda. Alguns países africanos têm sido particularmente ativos na integração de metas de redução da pobreza em políticas de conservação. Porém, o sucesso destes projetos depende quase exclusivamente das condições institucionais, ecológicas e de desenvolvimento específicas do local. No Brasil, um ponto de partida viável seria coletar informações detalhadas sobre os fatores socioeconômicos da caça e do consumo de carne silvestre em áreas e regiões-chave e conduzir estudos piloto, testando esquemas alternativos que possam reduzir a pressão sobre a fauna como, por exemplo, a promoção de projetos para integrar a renda familiar através de atividades que agreguem valor aos produtos rurais (produção de mel, alimentos orgânicos, viveiros, artesanato, etc.). Tal modelo poderia ser testado, por exemplo, nos entornos das unidades de conservação de proteção integral do Nordeste, onde há uma alta pressão sobre a fauna e baixos níveis de segurança alimentar devido às condições climáticas extremas.

“Outra maneira de reduzir a pressão da caça é remover alguns dos incentivos financeiros para o comércio de animais selvagens.”

Outra maneira de reduzir a pressão da caça é remover alguns dos incentivos financeiros para o comércio de animais selvagens. A criação em cativeiro de algumas espécies pode reduzir, por exemplo, a demanda por aves selvagens capturadas ilegalmente. No entanto, desenvolver um sistema eficiente de criadouros que possa gerar um retorno econômico pode demorar e requer a competência técnica qualificada e o engajamento de órgãos governamentais e não governamentais (ex.: ONGs). No Brasil, embora essa opção possa não ser viável para as espécies mais popularmente caçadas (ex.: tatus), poderia ser testada para aquelas espécies para as quais já existe certa experiência e sucesso de reprodução em cativeiro em regiões neotropicais (ex.: jacaré-açu, queixadas etc.).

Finalmente, a opção mais ambiciosa seria mudar a cultura da caça ilegal no Brasil através de campanhas de educação e marketing social, informando a população sobre os diferentes caminhos que a caça pode seguir e alertando sobre seus respectivos impactos. Atualmente as campanhas de educação e divulgação destinadas à conscientização pública sobre a caça são extremamente raras. O amplo uso de smartphones e a boa cobertura de internet no Brasil facilitariam muito a divulgação pública destas campanhas por meio de redes sociais e podem envolver também “os famosos” como é o caso do ator Leonardo di Caprio na luta às mudanças climáticas. Há também espaço para combinar as campanhas com preocupações públicas mais visíveis, especialmente relacionadas à dieta e aos perigos de saúde pública associados à manipulação e alimentação de aves e mamíferos silvestres. Ao mesmo tempo, os cidadãos devem também ser mais informados e mais conscientes do impacto ambiental da produção pecuária intensiva, já que mudanças no consumo de produtos animais (carne silvestre versus produtos pecuários industriais) podem ter consequências danosas ao meio ambiente, contribuindo, por exemplo, para o desmatamento e o consumo excessivo de água.

Concluindo, a caça de animais silvestres não pode ser liberada indistintamente em todo o Brasil. Devido ao tamanho continental e à megadiversidade presente no país, a gestão da fauna silvestre e a caça precisam ser regulamentadas e adaptadas, no mínimo, com base nas características ecológicas e culturais de cada bioma. Ou seja, a caça no Brasil é uma atividade demasiadamente complexa e não há como matar dois coelhos com uma cajadada só!

*Editado às 15h31 para corrigir a foto da queixada, identificada incorretamente como Javali (Sus scrofa). Agradecemos aos leitores Julia, Carlos e Victor por avisar. 

As opiniões e informações publicadas na área de colunas de ((o))eco são de responsabilidade de seus autores, e não do site. O espaço dos colunistas de ((o))eco busca garantir um debate diverso sobre conservação ambiental.
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Comentários 55

  1. Francisco diz:

    A coisa não é tão complexa assim!!! Basta a lei nomear aquilo que pode ser abatido e em que época , região isso deve acontecer….como é feito nos EUA, na França….Javalis tem que ser abatidos em determinadas regiões, pois são uma praga, Pombos, algumas espécies de Patos…..na França tem a época de caça aos coelhos que se deixar destroem lavouras inteiras….então é só nomear as espécies, a data de caça a região e cumpra se a Lei….o resto é fiscalização!!!!


  2. PR. PR diz:

    Se o Brasil é assim, imagina a Jamaica hehehe… Estamos no Planeta Terra, não somente no Brasil. Onde você está?


  3. PR. PR diz:

    Menos agressão ao Brasil. No mais, caro ALAOR, concordo contigo. Impedir um animal de continuar existindo, não por fome, mas por prazer, é sacanagem, ridículo, retrógrado (escreveu bem: é voltar para um passado violento e inútil). Boa colocação. Valeu. Abraço.


  4. ALAOR diz:

    Num país de faz de conta, país da sacanagem. Comparações com outros países não se pode basear. O cidadão tem que ter a consciência de que quando ele puxa o gatilho assume todos os deveres e obrigação. Tem muita coisa pra ser mudado ant s de liberar isto. Agora particularmente acho este ato de liberar caça a um animal somente pra satisfazer o ser humano é uma tremenda sacanagem, desumano, ridículo, retrógrado e de uma imbessilidade sem tamanho. Repúdio.


  5. Alberto diz:

    Gostaria de saber como denuncia não só a caça com o desmatamento .Trablhamos com cacau perdemos as matas e a vassora de bruxa está acabando o cacau nativo temos problema com os rios estão estão sumino


  6. Alberto diz:

    Acho que a caça no Brasil deve ser banida .onde moro caçar não e esporte matar para vender o pobre mata e o rico comprar Nova Ibiá BA não tem onde denuncia


  7. PR.PR diz:

    Ô, Junior, basta parar de caçar. Caçar assim como você faz, só pra matar um animal, pra se divertir, dar risada ao ver ele cair da árvore, morrer agonizando, aqui no Brasil é crime. Meu conselho: pare de caçar e comece a tirar fotos dos bichos. Você se diverte e eles continuam vivos. OK?


  8. Marcelo diz:

    Concordo que vcs possam opinar mas tem muita gente que faz pior crítica mas paga caro pra comer um animal silvestre acha errado mas cria em casa animais de estimação cada espécie tem seu salvo conduto mas pq não espero.entam plantar uma roça de milho e perder 100% numa noite esse mesmo milho que é praticamente dotado pois o valor do kg não paga nem o serviço o mesmo milho que enche a barriga d vcs e seus animaizinhos de estimação que vcs postam fotos pra c exibirem e d barriga cheia usam o tempo pra falar merda pegam uma fechada e vão plantar pra comer e criar pra comer aí quem sabe vc tenham noção de alguma realidade c na colônia caçador é bandido o que disser de vcs que matam pessoas na cidade e por fim querem matar os colonos bando de vários que não sabem plantar um temperinho verde


  9. Helio diz:

    Se animal não e nativo deve ser cassado , pois só causa dano e não tem predador


  10. Junior diz:

    Hoje o ruim de quem caça como eu é o medo de ser preso… Tem que andar escondido como se a gente fosse um bandido.


  11. Demetrio Luis Guadagnin diz:

    Deixo aqui a minha contribuição para essa reflexão: https://www.icmbio.gov.br/revistaeletronica/index


  12. PR.PR diz:

    Há pouco tempo, rolou um vídeo de dois americanos caçadores, dois marmanjos sem camisa, na frente de uma toca, fuzilando uma ursa e seus dois filhotes. Sim, como escreveu o J L Sanctis, lá eles são práticos. O Trump está liberando a caça de tudo em áreas de interesse econômico, mesmo de espécies em perigo de extinção. De fato, lá eles são práticos. Entendi.


  13. PR.PR diz:

    Um Estado que está praticamente sem dinheiro e que terá de fiscalizar e cuidar dessa DIVERSÃO ESTÚPIDA, pra que uma meia dúzia de 3 ou 4 possa realizar um desejo atroz: atirar num animal indefeso só pra ter um prazer fugidio. Estão na contra-mão da evolução da humanidade.


  14. PR.PR diz:

    Comparando com o urso preto da Flórida. Aqui no Brasil, nas margens dos rios pantaneiros, a onça-pintada quase desapareceu sob os tiros de caçadores e pescadores que se divertiam matando esse lindo animal. Veio a Lei dos Crimes Ambientais, veio o turismo fotográfico e de observação, e hoje você vê várias onças passeando, caçando e namorando nas margens dos mesmos rios. Só que tem um pessoal que só está feliz se MATAR A ONÇA. Esse pessoal vem tentar nos enganar com "teorias" que só tem um objetivo: reativar a perseguição e matança de animais silvestres indefesos, apoiadas pelo Estado.


  15. PR.PR diz:

    Deixem os animais em PAZ. Pra que matar animais por prazer??!! Vocês, caçadores, não têm vergonha ou remorso de atirar num leopardo ou num cervo SÓ PRA VER ELE MORRER? Vocês não perceberam que esse comportamento revela uma "maldade" atroz? Por que matar um animal qualquer pra se divertir? Vão tirar fotos de pássaros ou passear de charrete. Deixem os animais em PAZ!


  16. PR.PR diz:

    "Os ursos pardos da espécie Ursus arctos horribilis, que vivem ao redor do Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, nos Estados Unidos, foram incluídos novamente na lista de ameaçados de extinção. A classificação é da entidade de preservação ambiental do governo dos EUA, Fish and Wildlife Service". Olha aí, sr De Sanctis, como a liberação da caça esportiva, nos EUA, ajudou a conservar as populações do urso.


    1. José Luiz de Sanctis diz:

      Lá eles são práticos. Se uma espécie diminui, eles proíbem a caça e investem o dinheiro dos caçadores na recuperação dessa espécie. O urso preto da Flórida foi quase extinto. Investiram na recuperação da espécie e hoje é possível caçar a espécie. Olha aí sr. prpr, veja como os americanos resolvem seus problemas.


  17. PR.PR diz:

    E faz mais afirmações "furadas": "Nos países onde a caça é regulamentada os animais objeto da caça não correm risco de extinção, justamente porque há interesse econômico na preservação". Nas listas oficiais de animais ameaçados de extinção, estão todos os que são alvos da tal caça esportiva. Se há uma grande população de leões numa região onde se permite caça, vá checar e ver que ela está PRESA numa "game farm", onde caçadores de fora da África, uma galera que se diverte em matar animais indefesos, vão lá praticar tiro-ao-alvo em leões mansos, criados pra esse fim nojento, animais que são cevados pra estar num lugar que facilite o assassinato praticado por um caçador que se diz "ambientalista". Meu Deus do céu!


    1. José Luiz de Sanctis diz:

      É a realidade prpr. Certamente a conhece, mas não aceita as afirmações "furadas", entre aspas mesmo.


  18. PR.PR diz:

    Eis o pensamento errado do sr J L Sanctis: "É preciso aceitar a realidade e se render aos fatos, pois ninguém preserva aquilo que não dá lucro. Ambientalista não põe a mão no bolso para preservar nada". Ele quer impor a realidade DELE (ninguém preserva o que não dá lucro). E, na sequência, faz outra afirmação que vem da cabeça DELE (Ambientalista não põe a mão no bolso pra preservar nada). Sr Sanctis, existem muitos proprietários rurais, ambientalistas, funcionários públicos etc. que trabalham duro pra preservar a Natureza, pra proteger os animais silvestres e criar uma mentalidade de conservação ambiental PORQUE ISSO É O CORRETO, PORQUE ISSO É ÉTICO. Um exemplo é o Projeto Onçafari.


    1. José Luiz de Sanctis diz:

      E você quer impor a sua realidade, mas nem se identifica neste site, não e sr. PR.PR?


  19. Fernando Pires diz:

    No momento em que se pretende discutir um novo projeto de lei sobre caça e proteção à fauna silvestre, é necessário que se leve em conta os seguintes aspectos.
    A questão da caça e da proteção à fauna precisa levar em conta o fato de que não se pode proteger uma espécie isolada do seu ambiente físico e biótico. Não adiantaria pretender proteger uma espécie se o Poder Público não cuida da preservação das condições mínimas da área e habitat de que ela necessita.
    As experiências de países dos 5 continentes e do Brasil levam os técnicos a recomendar o estabelecimento de parques e reservas como única esperança de conservação da fauna e flora, que se ressentem da interferência humana direta ou indireta, pela eliminação de espécies que oferecem perigo às criações domésticas e às culturas agrícolas; e indiretas pelas modificações do ambiente físico e biótico que o desmatamento acarreta.
    A exploração comercial da fauna silvestre como indústria extrativa não deve mais encontrar acolhida em países civilizados. Não por razões de ordem sentimental, mas por um imperativo de ordem biológica.
    O caçador nativo e o caçador furtivo não causam uma fração do mal por que é responsável o caçador profissional que visa o lucro fácil.
    As intervenções do homem no equilíbrio da natureza tem sido marcadas pelo insucesso, senão pelo desastre. A praga dos coelhos introduzidos na Austrália, do mangusto na Martinica e das abelhas africanas entre nós são exemplos clássicos.
    O planejamento e a execução de uma política avançada de proteção da fauna silvestre impõe-se em caráter eminentemente técnico.
    Não é questão de direita ou esquerda.


  20. José Luiz de Sanctis diz:

    Um bom artigo que levanta a discussão sobre a regulamentação da caça, no entanto, os projetos de lei não propõem a liberação geral da caça, mas que ela seja regulamentada pela autoridade ambiental competente, em locais determinados e visando poucas espécies que comportem a atividade, como por exemplo, pombos, capivaras, queixadas, paturis, caturritas e algumas outras onde o aumento populacional é notório e daninho, não necessitando nenhum estudo aprofundado para ser constatado. Basta ir as plantações de arroz, milho, sorgo, soja e outras para constatar. A regulamentação da caça é também um forte incentivo econômico à preservação e até o aumento da reserva legal, hoje um pesado ônus para o proprietário rural, que é responsável civil e criminalmente pela área sem ter contraprestação alguma. Nos países onde a caça é regulamentada os animais objeto da caça não correm risco de extinção, justamente porque há interesse econômico na preservação, beneficiando assim muitas outras espécies que não são objeto da atividade. A contrário, onde a caça foi proibida por pressão de ambientalistas de gabinete, os animais estão ameaçados de extinção, como em muitos países da África. Enquanto as pessoas comerem porcos, frangos e bois, nenhum desses animais estará ameaçado de extinção, e assim também é com os que são objeto da caça. É preciso aceitar a realidade e se render aos fatos, pois ninguém preserva aquilo que não dá lucro. Ambientalista não põe a mão no bolso para preservar nada, eles esperam que os governos, sempre carentes de recursos para educação, saúde, segurança, etc., arquem com os custos sem querer saber de onde sairá o dinheiro. Essa é a realidade para quem tem olhos de ver. Basta copiar o que dá certo no resto do mundo. Copiar o que dá certo não é demérito, é sinal de inteligência.


    1. CAPLM diz:

  21. John diz:

    Liberar a caça como a pesca é liberada fora da época de reprodução e com uma quantidade específica por espécie


  22. atual234014103 diz:

    Em um país em que não se cumprem as mínimas regras para o estabelecimento do bem comum, a possibilidade de se legalizar a caça traz um sentimento de desesperança e descrédito com a espécie humana. As populações de animais silvestres já sofrem imensas pressões pela destruição de habitat e pela caça JÁ existente.


  23. PR.PR diz:

    Esse debate está no lugar errado. Esse tema, a caça como recreação (???!!!), deve ser avaliado sob o ponto-de-vista ÉTICO. A pergunta que deve ser feita: é certo impedir um outro ser vivo de continuar existindo para satisfazer um prazer fugidio? Por óbvio que não. Mais: o Estado brasileiro, já abarrotado de tantas demandas, sem dinheiro para contemplá-las, ainda terá de fiscalizar e controlar atividades que só serviriam para satisfazer um prazer mórbido de meia dúzia de sujeitos que cultivam a violência gratuita contra animais indefesos. Essa "conversinha" de que "matar animais silvestres ajuda a conservar animais silvestres" é uma tremenda bobagem que não se sustenta nem na lógica nem na realidade.


  24. Marcus diz:

  25. Marcus diz:

    Urso grizzly volta a lista de ameaçados de extinção nos USA. Ago/2019 https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Amb


  26. Marcos Eugênio Maes diz:

    Servidores do órgão gestor de UCs dos Estados Unidos 15.828.
    Servidores do órgão gestor de UCs do Brasil 1.593 servidores.
    Praticamente 10%, pra mim a discussão acaba aqui.
    Os servidores de Meio Ambiente no Brasil fazem milagre. Coloca 10 vezes mais pessoas pra trabalhar e compara o resultado.


    1. Paulo diz:

      Realmente,impossivel fazer omelete sem ovos.

      Mas,…também conheço alguns, digo alguns analistas malandros, que não tiram a bunda da cadeira com ar refrigerado. E são estes que travam as iniciativas de voluntariado nas UC.


      1. Andrei diz:

        Eu conheço dezenas. E afirmo: ao contrário do que o cidadão disse, analistas não fazem milagres. São um bando de reclamões e preguiçosos.


  27. Fabio diz:

    O problema de liberar o comércio de animais criados em cativeiro e suas partes é que o mercado pode ser muito maior que a oferta. Anos atrás a liberação do comércio de marfim "manejado" causou a explosão na caça ilegal que vemos hoje. E aqui foi o comércio que praticamente extinguiu os bicudos na natureza, embora existam dezenas de milhares em cativeiro. Seria melhor buscar eliminar o mercado de espécies silvestres e matar a demanda


  28. Carlos Magalhães diz:

    Pois corrigiram errado. Alguém já viu cateto ou queixada de rabo? Trata se de um javali ou javaporco, sim.


    1. Antonio diz:

      Errado mesmo. Alguém já viu um queixada atravessar sozinho uma estrada? Só anda em bandos, além da morfologia ser um pouco mais uniforme comparando o tórax com os quartos traseiros. A foto é sim um javali…


  29. José Truda diz:

    Corajoso e necessário artigo. Entretanto, o tema jamais será objeto de gestão adequada e técnica aqui em Banânia Fudíndia, graças ao maniqueísmo ideológico canalha, que permite aos "tradicionais" comerem a fauna toda da Amazônia (e outros lugares) para "subsistência"e pegam em armas contra a caça amadorista regulamentada e que contribui recursos para a conservação, e também aos tarados animalescos urbanóides, que se "esquecem" que a caça ilegal come solta país afora mas vociferam dia e noite cada vez que se propõe botar ordem nessa bandalha. Pobre fauna brasileira cujo destino está nas mãos dessas hordas anencéfalas, que já tomaram o Estado de assalto.


  30. Leandro diz:

    Embora a abordagem do artigo seja interessante do ponto de vista da discussão sobre a dificuldade de controle da caça (legal ou ilegal) no país, ela se equivoca ao não se aprofundar em questões fundamentais para o entendimento do problema. As espécies alvo dos caçadores no Brasil estão em franco declínio populacional, exceção feita talvez à capivara, que por questões de desequilíbrio ambiental teve um aumento de suas populações. Além disso a assunção da premissa de que o caçador irregular , que hoje comete CRIME, vai a partir de mudança de regras jurídicas passar a ser cidadão exemplar e passar a seguir cotas de espécimes e espécies de caça é risível e superficial. O artigo erra também ao citar a criação de animais silvestres para abate como um caminho para diminuir a pressão de caça. Caçador não se importa em comer carne de jacaré ou paca criados em cativeiro ele se importa em caçar e matar jacaré e paca. Além disso os casos de sucesso reprodutivo em cativeiro como opção de fonte de carne e subprodutos silvestres fracassaram na obtenção de toda cadeia produtiva como abatedouros com SIF, centrais de distribuição etc.


  31. Flávio diz:

    Excelente e competente artigo. O assunto é por demais complexo e as ponderações convidam a uma reflexão profunda, além da "Resistência" e do aparelhamento da questão em um pais que não dispõe de estatísticas e tampouco diagnósticos confiáveis e representativos de populações cinegéticas, ppmente como muito bem observado sobre a real dimensão da caça de subsistência sobretudo em comunidades tradicionais e populações rurais, assim como a questão dos "alunos-ferais".
    Por razões óbvias e corporativas, pouco se discute sobre o impacto nas populações locais das coletas acadêmicas sobretudo em fragmentos, onde os fins justificam os meios e sobre os quais não existem critérios estabelecidos em função da riqueza e diversidade local. Em nome da ciência, da prática discente, muitas vezes as coletas não possuem o critério necessário e não se justificam, ppmente quando existem e são suficientes as coleções existentes.
    De parabéns o autor.
    Vale a pena ler o artigo de Marco Mello onde aborda a questão dos "Alunos Ferais" (https://bit.ly/2XMYgfq)


  32. Paulo diz:

    Reafirmo , o que escrevo. Prazer em matar tem problema.


    1. Junior diz:

  33. Paulo diz:

    Quem tem prazer em matar, algum problema psiquico tem,sem a menor dúvida.


    1. Ulisses diz:

      Concordo plenamente!!!!!


    2. Vanilda Garcia diz:

      VERDADE INQUESTIONÁVEL…. A MORTE DE QUALQUER SER VIVO , PELO SIMPLES PRAZER DE MATAR, É UMA AFRONTA À CRIAÇÃO DIVINA


  34. Henrique diz:

    Cientistas que não sabem nem diferencia um javali de queixada.


  35. Victor Matheus diz:

    o pessoal quer discutir sobre caça e nem sabe a diferença entre um queixada e um Javali!


  36. Carlos diz:

    Belo desserviço esse artigo ! Nem sabem o que é um Javali e postam, erroneamente, a foto de um animal nativo da nossa fauna (Tayassu Pecary ) classificando-o como sendo um Javali Europeu ( Sus Scrofa ) Essa sim a espécia exótica invasora e destruidora do nosso bioma. Deixe-me lhes fazer uma pergunta : Nos EUa há vinte milhões de caçadores amadores ( esportistas ) legalizados que caçam todos os anos nas temporadas de caça específicas de cada espécie. Me respondam porque que com esse número assombroso de caçadores, as populações selvagens por la, só crescem a cada ano ? Me respondam também, porque que justamente nos países que proibiram a caça, tanto nas Américas como Europa, Asia e África, as populações selvagens estão todas ameaçadas, enquanto que nos Países que têm legislação reguladora do esporte, as populações animais, ou estão estáveis ou, como nos EUA, crescem a cada ano ?


    1. Carlos Magalhães diz:

      Olá Carlos, meu xará. Você comete dois enganos.Foi postado a foto de um javali sim, ou javaporco. Cateto e queixada não têm rabo…

      Em NENHUM país da Europa está proibida a caça amadora esportiva regulamentada, e nem na América do Norte. Conta-se nos dedos das mãos os países que hoje proíbem a caça: Coréia do Norte, Bangladesh, Índia, Butão, Costa Rica e mais dois ou três da Asia e Africa.

      Não estamos, definitivamente, em boa companhia.


    2. Marcio diz:

      ⁸eu penso igual a você, muita gente querendo se aparecer e não entendi de NADA ( é simples é só copiar as regras do Estados Unidos) e pode liberar a caça aqui no Brasil também


      1. Elielmo diz:

        O americano em sua maioria respeita as regras, já aqui……a cultura é diferente. Não tem como fiscalizar esse território todo. Aqui infelizmente precisa melhorar a cultura desse povo. Sei que a caça legalizada levanta muito dinheiro para os órgãos responsáveis, aí sim quem sabe aumenta fiscalização e solta licença apenas pra quem se mostrar habilitado culturalmente para caçar sem depredar. Difícil decisão. Poderiam começar liberando a criação e abate de animais como jacaré, capivara, veados, sei que existem criadores mas há uma burocracia enorme que inviabiliza o negocio.


  37. Julia diz:

    Foto de queixada e não de javali.Deve ter ocorrido algum erro na hora do upload


    1. Adriano Bessa diz:

      Nunca vi queixada chegar a 300 kilos,kkkkkkk


    2. Gustavo Mayer diz:

      Simplesmente meu amigo aia problema no brasil sempre os que menos entendem do assunto e que mais falam sobre ele e tenho certeza e como foi provado aí no testo acima o mesmo citado por vc que não entendem e nem conhecem daquilo que falam isso prova o erro grosseiro da postagem do queixada no lugar do javali e são esses mesmo que querem falar sobre o assunto se achandodoutores no conhecimento da faina brasileira quando não sabem nem distinguir aquilo que querem defender e fácil sentar atrás de uma mesa e querer star regras sou caçador e me criei com carne de caça pois meu pai não tinha condições de prover o alimento nescessário para nós devido a ser doente e de pouca estrutura se querem falar e aprender sobre caça e animais esses que se dizem doutores levantem a bunda de suas cadeiras de acolçoado e vão viver na selva pelo menos alguns anos aí vão poder falar e discutir normas e conhecimento me poupem


    3. Vanilda Garcia diz:

      A FOTO NÃO PARECE SER DE QUEIXADA, E SIM DO JAVAPORCO , ANIMAL DESCENDENTE DE CRUZAMENTO NORMAL, NA NATUREZA , ENTRE O JAVALI E O PORCO …..


    4. luis manzano diz:

  38. Roberto diz:

    Uma das questões cruciais do artigo tem um erro de definição grosseiro. A legislação brasileira não trata de caça de subsistência, que de tanto falar parece que existe no arcabouço legal. A Lei de Crimes não considera como crime matar o animal "em estado de necessidade, para saciar a fome do agente ou de sua família". Uma coisa não tem nada a ver com a outra.