Notícias
20 de fevereiro de 2006

Lixo paulista

O Globo denuncia que São Paulo anda mandando lixo químico para o Rio. Já foram enviadas 60 toneladas de lama contaminada com mercúrio para serem enterradas no único aterro industrial para resíduos perigosos do estado. A operação não é ilegal, tem todas as autorizações necessárias, mas criou revolta.

Por Redação ((o))eco
20 de fevereiro de 2006
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20 de fevereiro de 2006

Valeu como ensaio

De Thais SalmitoAnalista Ambiental- Ibama/NEA-RJ Sr. Editor Ilha Grande de fora"... Em vez disso, apenas uma equipe do núcleo de educação ambiental apareceu para uma palestra. Sem entrega de folhetos ou divulgação prévia aos moradores e turistas da ilha, menos de 20 pessoas prestigiaram o evento: gente do próprio Ibama, Defesa Civil, Polícia Militar, e apenas duas crianças e alguns professores, num galpão com capacidade para 300 pessoas. Segundo um morador que estava lá, foi feita uma apresentação institucional e apresentados dois filmetes sobre educação ambiental. 'Passaram tudo muito rápido e ainda ficaram falando em SNUC [Sistema Nacional de Unidades de Conservação], conselho gestor... aqui na Ilha Grande ninguém sabe o que é isso. Não foi nada didático', reclama o morador.”....Face ao destaque acima, do artigo “Valeu como ensaio” de 11.02.2006 (Andréia Fanzeres), o Núcleo de Educação Ambiental da Gerência Executiva do Rio de Janeiro esclarece que as atividades de Educação Ambiental no Município de Angra dos Reis foram resultantes de um planejamento prévio do Ibama, com as Secretarias Municipais de Meio Ambiente e de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação e a Defesa Civil.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
20 de fevereiro de 2006
Notícias
17 de fevereiro de 2006

Esportivamente correto

As Olimpíadas de Inverno em Turim revelam mais do que apenas grandes campeões. O site do PNUD mostra que a organização dos jogos está em alta com...

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
Notícias
17 de fevereiro de 2006

Qual é o impacto?

A Justiça Federal do Pará decidiu, em segunda instância, que a multinacional Cargill terá que fazer Estudo de Impacto Ambiental do porto que construiu no rio Tapajós para escoar soja. A empresa ainda pode recorrer a instâncias superiores, mas o estudo terá que começar a ser feito imediatamente.

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
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17 de fevereiro de 2006

Luxo cósmico

O céu não é o limite para as aventuras de exploradores. Os cansados de voar, agora partem para passeios interplanetários. Infelizmente, o hobby...

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
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17 de fevereiro de 2006

Olho vivo

Para prevenir, em vez de remediar, faça checagens regulares em sua bicicleta antes de enfrentar o asfalto. O site Bikemagazine traça o roteiro de...

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
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17 de fevereiro de 2006

Em nome do patrimônio

De Germano Woehl Jr. Instituto Rã-bugio para Conservação da BiodiversidadeJaraguá do Sul, SCPrezado Editor do O Eco:Causou-me indignação a falta de sensibilidade do Sr. Lorenzo Aldé na matéria sobre o projeto de lei que libera a destruição da Mata Atlântica. Na verdade, ele enfeitou a nota que o Ministério do Meio Ambiente enviou à imprensa para enganar a sociedade de que o projeto é bom, que vai proteger a Mata Atlântica. Como pode proteger se do 1o até o último artigo dá uma golpeada na Mata Atlântica? O Sr. Lorenzo também esqueceu de informar que a Mata Atlântica já é muito bem protegida atualmente em termos de legislação. Nesse enfeite da nota do governo ele faz propaganda enganosa de que somente agora a Mata Atlântica ficará protegida. Como ele pode ter certeza disso? É graças à legislação atual que ainda temos alguns vestígios desse valioso ecossistema, fato que ninguém nega e que o Sr. Lorenzo deveria ter mencionado na matéria.O que mais me chocou, na verdade, e que motivou-me a escrever esta carta, foi a falta de respeito com que ele tratou a opinião das pessoas preocupadas com o projeto, com o futuro da Mata Atlântica, mais especificamente com minhas críticas aos dois artigos que claramente liberam os desmatamentos. Tanto é que a dirigente de uma ONG governista está usando o artigo (como "munição" contra mim) junto com insultos a minha pessoa. Uma atitude dessa não contribui para melhorarmos a sociedade. É meu dever tentar alertar a sociedade sobre as graves conseqüências desse projeto e eu não deveria ser intimidado por isso.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
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17 de fevereiro de 2006

O Bem-te-vi

O bem-te-vi está aqui para lembrar que não é só bala que voa na Gávea, aninhada aos pés de uma Rocinha em guerra nos morros que emolduram a Zona...

17 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Mais um

O Ministério do Meio Ambiente vai organizar, até o início do mês de abril, um seminário convidando diversos ministérios que têm responsabilidades na prevenção e no combate ao fogo, como o da Agricultura, Transportes, Saúde e Justiça. A idéia é estabelecer até o final deste ano uma estrutura de atuação nos moldes do questionável plano interministerial de combate ao desmatamento na Amazônia, também sob o comando da Casa Civil.

Por Redação ((o))eco
16 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Um físico pouco tradicional

De Hamilton PereiraDeputado Estadual de São PauloPrezado Senhor Marcos Sá Corrêa,Tenho a honra de cumprimentá-lo e, na oportunidade, reportando-me à entrevista realizada com o Professor José Goldemberg, digníssimo Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, e publicada nesse site no dia 28.01.2006, sob o tema “Um físico pouco tradicional”, tecer algumas considerações no tocante a questões suscitadas acerca do “lado social do ambientalismo” paulista; “Parque Estadual do Jacupiranga” e “Estação Ecológica da Juréia-Itatins”, e as respostas fornecidas pelo ilustre entrevistado.Antes de mais nada, gostaria de esclarecer que tenho direto interesse nessas questões, tendo em conta que sou um dos Deputados a quem se referiu o Secretário Goldemberg e autor do Projeto de Lei 984, de 2003, que “altera os limites do Parque Estadual de Jacupiranga, criado pelo Decreto-Lei nº 145, de 8 de agosto de 1969, exclui áreas ocupadas pelas populações que especifica, incorpora área e dá outras providências” e co-autor, juntamente com o Deputado José Zico Prado, do Projeto de Lei nº 613, de 2004, com objetivos similares ao do Parque Jacupiranga, que “altera aos limites da Estação Ecológica da Juréia-Itatins, criada pela Lei nº 5.649, de 28 de abril de 1987, exclui áreas ocupadas pelas populações que especifica, e dá outras providências”.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
16 de fevereiro de 2006