Polêmico Lovelock

O autor da teoria de Gaia, James Lovelock, concede uma longa entrevista ao New York Times para explicar o porquê de sua atual defesa à energia nuclear. Segundo ele os riscos inerentes à geração nuclear são muito menores do que os danos que serão causados pelo aquecimento global. Aliás ele acha que o termo não deveria ser mais aquecimento mas sim calor global. "Aquecimento nos lembra de algo confortável, como um cobertor num dia de inverno. Do calor, nós queremos fugir".

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

Território xavante

Um ofício enviado pela Funai ao Ministério do Meio Ambiente é a mais nova barreira contra a construção da usina hidrelétrica no rio Culuene, um dos principais formadores do Xingu. Um estudo aponta que o território onde 60% da barragem já está pronta é dos xavantes. Com isso, a licença ambiental dada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) do Mato Grosso perde o valor e passa a ser atribuição do Ibama. Segundo o Diário de Cuiabá, o estudo pode levar a área a ser demarcada como reserva indígena.

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

Ecoturismo no Japão

O Japão é mais do que luzes e templos, sendo um dos melhores lugares no mundo para escalada, canoagem, pedaladas e surfe, como informa a Outside...

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

Curso de Canoagem

Nos dias 23 e 24 de setembro, haverá um curso de canoagem focado em corrida de aventura, com técnicas de remada e manobras, para melhorar o...

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

12 horas de bike

Atletas disputam prova de enduro de bicicleta nos dias 23 e 24 de setembro. O Momentum Super 12 Horas de Bike será realizado à beira da represa...

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

Corrida de Aventura

A 3ª e última etapa do Circuito Brasil Wild de corrida de aventura será realizada nos dias 16 e 17 de setembro, no Parque Estadual Turístico do...

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

Cavernas do Amapá

No próximo sábado, um representante da Sociedade Brasileira de Espeleologia vai dar uma palestra sobre espeleo-arqueologia do Amapá. O estado tem...

Por Redação ((o))eco
12 de setembro de 2006

Placar do fogo

Na última segunda-feira o Brasil registrou nada menos que 3.545 focos de queimadas, segundo registros do Inpe. Só o estado do Pará foi responsável por 1.858 incêndios, seguido de Mato Grosso, com 1.156. O leste paraense e o eixo de toda BR-163, onde o governo recentemente criou um distrito florestal e diversas unidades de conservação, foram as áreas que mais queimaram.

Por Carolina Elia
12 de setembro de 2006

Calor nas unidades de conservação

Entre as áreas protegidas, as que mais arderam foram a APA Bananal/Cantão, no Tocantins, com 39 focos. No Pará, destacaram-se a Reserva Biológica das Nascentes da Serra do Cachimbo, com 15 queimadas e o Parque Nacional do Jamanxim, com 12. No Mato Grosso, o Parque Estadual ao Araguaia teve 52 focos e o Parque Nacional do Juruena, três.

Por Carolina Elia
12 de setembro de 2006

Licença concedida

O Ibama aceitou o estudo de impacto ambiental apresentado por Furnas e Odebrecht para a construção do complexo hidrelétrico do rio Madeira, em Rondônia. Em julho deste ano negou a licença prévia por considerar os estudos insuficientes. Uma das principais pendências referia-se sobre os impactos às populações de peixes, algo que agora, segundo o diretor de licenciamento Luiz Felippe Kunz Junior, foi contemplado.

Por Carolina Elia
12 de setembro de 2006

Documento público

Furnas e Odebrecht se comprometeram a deixar uma cópia do estudo de impacto ambiental para consulta da sociedade na prefeitura de Porto Velho, nas superintendências do Ibama em Rondônia e no Amazonas, nos órgãos estaduais de meio ambiente, na Funai, no Iphan, e na secretaria de vigilância do Ministério da Saúde. A previsão é de que as audiências públicas sejam realizadas no início de novembro, em municípios a serem definidos.

Por Carolina Elia
12 de setembro de 2006

Operação Onça Preta

De 9 de agosto a 9 de setembro, o Ibama de Mato Grosso aplicou mais de quatro milhões de reais em multas em mais uma operação de fiscalização. As ações foram coordenadas da base operativa de Alta Floresta, em cidades do norte mato-grossense e do sul do Pará. Doze fazendas foram autuadas e embargadas por desempenharem atividades agropecuárias sem licença ambiental. Pelo mesmo motivo, os lixões de Nova Canaã e de Alta Floresta também foram fechados. As prefeituras dos dois municípios disseram não saber que precisavam do documento para operar os lixões. Pouco mais de dois mil metros cúbicos de madeira foram apreendidos, duas madeireiras embargadas, e autuados 1.075 hectares de desmatamento ilegal.

Por Carolina Elia
12 de setembro de 2006