Debate online sobre cobertura ambiental

A Sociedade de Jornalistas Ambientais (SEJ, na sigla em inglês) vai promover uma mesa de discussões no dia 14 de outubro das 15h às 17h (-5 GMT) com repórteres e editores da revista National Geographic, oo site The Nation e The New York Times. O tema central será a conferência do clima em Copenhague e os desafios da reportagem, com exemplos do que já foi feito e novas referências para coberturas do aquecimento global. O evento será transmitido em tempo real pelo site www.wilsoncenter.org. 

Por Redação ((o))eco
7 de outubro de 2009

Novo mapa de vegetação de Mato Grosso

Mato Grosso começou a revisar seu mapa de vegetação oficial, com ajuda do IBGE. O cerne da tarefa é verificar em campo as unidades de mapeamento identificadas com imagens da década de 70. De lá para cá, quanta coisa mudou. Técnicos das secretarias de meio ambiente e de planejamento do estado têm até agosto de 2010 para encerrar o trabalho.

Por Redação ((o))eco
7 de outubro de 2009

Para consolidar presença quilombola

Recheados com reclamações sobre a atuação do Ibama, que afastou regatões (barcos comerciantes) e tenta frear a caça e a captura ilegal de peixes ornamentais dentro do Parque Nacional do Jaú e Estação Ecológica de Anavilhanas, livretos produzidos pela Fundação Vitória Amazônica com apoio de universidades federais e estaduais  foram distribuídos entre  quilombolas que reivindicam uma área maior que o Distrito Federal naquela região. Um trecho cita que antes "a gente vinha para cá, podia trazer o rancho da gente. A gente trazia carne, peixe. Mas agora o Ibama empata, não pode passar nem um quilo de carne. Só escondido. A gente lá pode comer, um bicho de caça, ave, porco. Mas para trazer para cá para comer aqui ou vender algum quilo, a gente não pode vender. Mas eu quero saber se vai melhora para a gente?". As comunidades reivindicam permanecer no local, e também a "garantia de acesso e uso dos recursos naturais (pesca, extrativismo e a terra), entre as famílias residentes dentro e fora do Parque Nacional do Jaú, considerando que elas mantém um sistema de trocas regulares de produtos agro-extrativistas". Confira o material aqui (.ZIP / 4 Mb). Saiba mais: Conservação e os pleitos quilombolas Conciliar é preciso, por bem ou por mal A imobiliária Palmares ataca outra vez Mais quilombo, menos parque

Por Redação ((o))eco
7 de outubro de 2009

UCs desmatadas em Rondônia

O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) informou nesta quarta que 51 alertas de desmatamentos forma emitidos em 24 unidades de conservação e terras indígenas em Rondônia. Entre as áreas atingidas, oito eram estaduais, seis federais e 10 terras indígenas do estado. Trata-se de derrubadas ocorridas no segundo semestre de 2008 e meados de agosto de 2009. A Reserva Extrativista Estadual Rio Jaci-Paraná, (imagem ao lado) em Porto Velho, foi a unidade com maior número de alertas emitidos. Foram seis notas registrando desde pequenos desmatamentos, de três hectares, a maiores, de mais de 100 hectares. Ali 40 mil hectares de floresta já foram colocas abaixo (22% de sua área total). Nas reservas federais foram registradas pequenas aberturas na Flona Jacundá, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Serra da Cutia, Resex Lago do Cuniã, Resex Rio Cautário e Resex Rio Ouro Preto. Dez Terras Indígenas também receberam alertas. Para a TI Roosevelt, em Espigão D’Oeste, foram quatro notificações para desmatamentos que chegaram a 75 hectares e se somam aos mais de 7 mil hectares já desmatados anteriormente.  Clique aqui para ver imagem de satélite. Segundo comunicado de imprensa do SIPAM, número de áreas especiais atingidas (24) é significativo, considerando que Rondônia tem um total de 75 áreas protegidas, entre terras indígenas e unidades de conservação. Janete Rodrigues, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto do Sipam, destaca que a maioria dos alertas se refere a pequenos desmatamentos. “Fomos bem minuciosos, destacando tudo o que era visualizado, até pequenas áreas menores que um hectare”, explica. Os alertas foram enviados à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam),Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Fundação Nacional do Índio (Funai), Ministérios Públicos Federal e Estadual, Polícia Federal e Batalhão da Polícia Ambiental.

Por Redação ((o))eco
7 de outubro de 2009

DNIT terá que cumprir lei

Conforme informações do Ministério Público Federal em Rondônia, o DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes) se comprometeu a apresentar em dois meses as medidas ambientais exigidas na licença para o asfaltamento da BR-429, no sul do estado. O acerto aconteceu ontem, durante reunião em Porto Velho. Com isso, fica suspensa nesse período uma ação civil pública que pedia o simples cumprimento da lei. A ação foi embasada nos impactos que a empreitada causará na região e a indígenas. Estranho fenômeno esse onde órgãos públicos se acham sempre no direito de escantear a legislação ambiental. Moda em extinção. Saiba mais: Rondônia sem tambaqui

Por Redação ((o))eco
7 de outubro de 2009

Condenado, com língua afiada

Ruralistas criticam Blairo Maggi por ter apoiado moratória da carne e, em audiência sobre zoneamento da cana, dizem que 115 dos 141 municípios mato-grossenses serão prejudicados.

Por Redação ((o))eco
6 de outubro de 2009

Bicicletas chegando na capital

Governo do Distrito Federal anuncia construção de 300 km de ciclovias em Brasília. Além disso,  modelo de aluguel de bicicletas que será adotado é igual ao de Barcelona.

Por Redação ((o))eco
6 de outubro de 2009

Mata é seca, mas é Atlântica

ONGs denunciam ao Ministério do Meio Ambiente lobby do setor privado para retirar mata seca de Minas Gerais da classificação de Mata Atlântica no mapa do IBGE. Intenção é abrir portas para a indústria do carvão.

Por Redação ((o))eco
6 de outubro de 2009

Foto do dia: cria de maçarico

    Perfeitamente imóvel, este pequenino filhote de maçarico tentava se camuflar entre a areia e gramíneas às margens da Laguna do Rincão, no litoral sul gaúcho. A espécie deposita os ovos de mesmo tom das crias ali mesmo no areial, à mercê do pisoteio de vacas e visitantes. A foto é de Aldem Bourscheit.

Por Redação ((o))eco
6 de outubro de 2009

Pulando a cerca

Acompanhei visita de técnicos do ICMBio à Gruta dos Ecos, em Cocalzinho (GO). Quando chegamos, um grupo levado por agência de turismo preparava-se para entrar no local sem autorização e com equipamentos inadequados.

Por Aldem Bourscheit
5 de outubro de 2009

A promessa dos frigoríficos

Depois de denunciar a responsabilidade direta de frigoríficos no desmatamento da Amazônia no relatório "Farra do Boi", lançado em junho deste ano, o Greenpeace foi anfitrião de uma reunião que juntou os quatro maiores abatedouros do país. Agora, eles se comprometem a não incentivar mais a destruição da floresta. As empresas Marfrig, Bertin, JBS-Friboi e Minerva declararam que não aceitarão fornecedores de bois envolvidos com desmatamento na Amazônia. Disseram ainda que vão cadastrar fazendas que vendem os animais e farão monitoramento do desmate na cadeia produtiva. Blairo Maggi, governador do Mato Grosso, estado que tem 27 milhões de cabeças de boi para 3 milhões de habitantes, foi além. Disse que sua meta é cadastrar e licenciar todas as propriedades dentro de um ano. Até 2008, uma área equivalente a 30% do estado estavam incluídas nos cadastros da Secretaria do Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso.

Por Redação ((o))eco
5 de outubro de 2009