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Para consolidar presença quilombola

Recheados com reclamações sobre a atuação do Ibama, que afastou regatões (barcos comerciantes) e tenta frear a caça e a captura ilegal de peixes ornamentais dentro do Parque Nacional do Jaú e Estação Ecológica de Anavilhanas, livretos produzidos pela Fundação Vitória Amazônica com apoio de universidades federais e estaduais  foram distribuídos entre  quilombolas que reivindicam uma área maior que o Distrito Federal naquela região. Um trecho cita que antes "a gente vinha para cá, podia trazer o rancho da gente. A gente trazia carne, peixe. Mas agora o Ibama empata, não pode passar nem um quilo de carne. Só escondido. A gente lá pode comer, um bicho de caça, ave, porco. Mas para trazer para cá para comer aqui ou vender algum quilo, a gente não pode vender. Mas eu quero saber se vai melhora para a gente?". As comunidades reivindicam permanecer no local, e também a "garantia de acesso e uso dos recursos naturais (pesca, extrativismo e a terra), entre as famílias residentes dentro e fora do Parque Nacional do Jaú, considerando que elas mantém um sistema de trocas regulares de produtos agro-extrativistas". Confira o material aqui (.ZIP / 4 Mb). Saiba mais: Conservação e os pleitos quilombolas Conciliar é preciso, por bem ou por mal A imobiliária Palmares ataca outra vez Mais quilombo, menos parque

Redação ((o))eco ·
7 de outubro de 2009 · 17 anos atrás

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