Arte e meio ambiente em exposição

Para quem gosta de arte, uma boa pedida. A Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul promove, entre os dias 27 de maio a 2 de agosto, a exposição Cacos da Mata, que apresenta uma série de pinturas baseadas na fauna e flora das florestas brasileiras, feitas em lona de caminhão e vidro reciclado. O objetivo da exposição, segundo os organizadores, é difundir a importância da biodiversidade na qualidade de vida dos brasileiros. Além da exposição, serão realizadas outras atividades para o público infanto-juvenil sobre o mesmo tema. A autoria das obras é de Ana Beatris Pereira Raposo e Paulo Tajes Lindner. A exposição ocorre no Jardim Botânico de Porto Alegre (RS), sempre de terça a domingo, das 9h às 17h.

Por Salada Verde
20 de maio de 2009

Bateria a ar 10 vezes mais potente

Engenheiros da Universidade St. Andrews, no Reino Unido, desenvolveram um novo tipo de bateria, que utiliza ar ambiente para substituir o óxido de lítio, usado nas baterias de lítio atuais. Batizada de Stair (Saint Andrews Air), a “bateria a ar” tem tamanho e peso reduzidos, e eleva em até 10 vezes a capacidade de armazenamento de energia em comparação com as baterias atuais, além de ser mais barata. A redução das dimensões das baterias é um dos elementos necessários para viabilizar definitivamente veículos elétricos. Os pesquisadores esperam que a Stair entre no mercado em cerca de dois anos.  

Por Salada Verde
20 de maio de 2009

Gabão, berçário de tartarugas-gigantes

Um grupo internacional de pesquisadores identificou o Gabão, na África, como o local de maior ocorrência de tartarugas-de-couro (Dermochelys coriacea), também conhecida como tartaruga-gigante, em todo o mundo. A estimativa é que nas praias deste país africano existam entre 15.730 e cerca de 41 mil fêmeas da espécie. Grande parte do local onde as populações foram descobertas é protegido por trabalhos de conservação. A tartaruga-gigante atinge mais de 500 quilo, é a maior entre as tartarugas atuais e quarta maior entre os répteis. O estudo, publicado na edição de maio da Biological Conservation alerta também para a importância da preservação da espécie, que teve suas populações nos oceanos Pacífico e Índico reduzidas em mais de 90% nas duas últimas décadas. A União Internacional para Conservação da Natureza lista a espécie como “criticamente ameaçada”, mas há carência de registros populacionais no Atlântico, especialmente na África. Leia mais sobre o assunto, clicando aqui.

Por Salada Verde
20 de maio de 2009

Santa Catarina, estado imaginário

Agora em maio, aconteceu em Florianópolis o 9° Congresso Mundial de Viagens e Turismo. O governo estadual, como se sabe, não é um apreciador de ambientes naturais e vem movendo mundos e fundos para reduzir áreas protegidas ou impedir sua criação, além de encolher a proteção de florestas nativas. Mas na hora de fazer marketing para inglês ver, a Mata Atlântica, unidades de conservação, cavernas e outras formações se transformam em moeda de troca para atrair visitantes e investimentos no setor. Nos pouco mais de cinco minutos do vídeo acima, por exemplo, informa-se que o estado detém um terço da floresta atlântica brasileira e conta que lá "a economia anda junto com a preservação ambiental". Obras de ficção são assim mesmo. Saiba mais: Política e mentiras ambientais Santa Catarina às avessas Farinha do mesmo saco Vivas no papel, esquecidas na prática O subdesenvolvimento catarinense

Por Salada Verde
20 de maio de 2009

Até o Sarney percebeu

Desculpem o atraso, mas há poucos dias o presidente do Senado José Sarney, em sua coluna semanal na Folha de S. Paulo, "descobriu" os problemas do crescimento demográfico associado ao consumismo desenfreado. "Grandes populações, para citar o menos visível hoje, significam mais água, mais alimento e, para mais alimento, mais água. Isso sem falar em mais espaço para viver e produzir. A cada dia é menor o espaço que cabe a cada um na superfície do globo. (...) Assim, acredito que ecologia sem controle populacional é um tiro n'água. Eles têm de caminhar juntos. E vejo que pouco se fala nisso", disse. Ponto para ele. Mas como dirigente daquela casa, poderia agora ajudar no encaminhamento de medidas para conter esses problemas, como elevar a proteção dos ambientes naturais e realizar campanhas anti-consumo. Veja o artigo aqui.

Por Salada Verde
20 de maio de 2009

Crise de gigantismo

O ministro Stephanes (Agricultura) é mesmo um fanfarrão. Ontem, durante o 5º Congresso Brasileiro de Soja, em Goiânia (GO), disse que em dez anos o Brasil poderá ser o maior exportador de alimentos do mundo. Para quê e como são outros detalhes. Esperamos que essa expansão ad infinitum ocorra com o aproveitamento dos cerca de 150 milhões de hectares de pastagens degradadas que a agropecuária deixou como herança para o país. Quanto a medidas para recuperação e uso dessas áreas, o governo e principalmente Stephanes estão devendo, e muito. Afinal, há muita Amazônia e Cerrado para se derrubar.

Por Salada Verde
20 de maio de 2009

BR-319 pode driblar licenciamento

Manobra de governistas e aliados pode levar ao asfaltamento da BR-319 sem licenciamento ambiental, em região preservada da Amazônia. É o vale tudo do desenvolvimento nacional.

Por Salada Verde
19 de maio de 2009

Veadeiros reabre, mas grátis

Parque nacional em Goiás reabre, como prometeu Instituto Chico Mendes, mas com entrada grátis. Situação semelhante foi registrada no Parna de Brasília, que passou oito meses com entrada livre.

Por Salada Verde
19 de maio de 2009

Informativo anti-homofóbico

Talvez servindo como nova prova das aspirações políticas pós-ministério de Carlos Minc, o informativo de hoje do Ministério do Meio Ambiente e também a seção de notícias do órgão ambiental federal trazem um inédito texto informando que o ministro participou, junto com o governador Sérgio Cabral, no Rio de Janeiro, da assinatura de um decreto criando o Conselho de Direitos da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do estado. "Antes de ser ministro, sou um cidadão", lascou Minc.

Por Salada Verde
19 de maio de 2009

Crise cortou emissões da indústria

Análise do Ipea mostra que 1,7 bilhão de toneladas de gases que aquecem o planeta deixaram de ser emitidas no Brasil pelas indústrias de carros, cimento, ferro, aço e alumínio. Efeitos da crise econômica.

Por Salada Verde
19 de maio de 2009